NatalFernando Pessoa
O sino da minha aldeia,
Dolente na tarde calma, Cada tua badalada Soa dentro de minha alma.
Por mais que me tanjas perto
Quando passo, sempre errante, És para mim como um sonho. Soas-me na alma distante.
A cada pancada tua,
Vibrante no céu aberto, Sinto mais longe o passado, Sinto a saudade mais perto.
Deus nos abençoe...
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e, se encontra, quando vive um grande amor
Vicente Alencar
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Natal Fernando Pessoa
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