Na Hipocrisia do mundo você se descobre,
e, se encontra, quando vive um grande amor
Vicente Alencar

terça-feira, 26 de setembro de 2017

TEXTO INTERESSANTE

Transa Gramatical ( Se n s a c i o n a l )

Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE Universidade Federal de Pernambuco - (Recife), que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa. 

Redação: 

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. 
Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. 
E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um  maravilhoso predicado nominal. 
Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos.
O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. 
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice.. 
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o   substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos.

Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo.

Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. 
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.

Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar. 
Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto. 
Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. 
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo.

É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. 
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.

Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.

Nisso a porta abriu repentinamente.

Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.

Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.   
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. 
O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal.

Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto.
Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. 
Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. 
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu  trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

MúsicaCâmara: Beethoven - Trio Op. 97, "Arquiduque"




AGENDACULT 26/09/2017

ACADEMIA CEARENSE DE POESIA
Fundada em 04 de Novembro de 2004.
FORTALEZA - CEARÁ

2ª feira - 25 de Setembro de 2017.

AGENDA CULTURAL
Dia 02 de Outubro:
Lançamento do "Outubro Cultural".
Promoção: Instituto do Ceará - Histórico, Geográfico e Antropológico.
Endereço: Rua Barão do Rio Branco - Praça de Nossa Senhora do Carmo.
HORÁRIO: 08h30min.
PS.- Abertura da Feira de Livros Novos e Usados.



Dia 07 de Outubro:
Reunião da União Brasileira de Trovadores.
Horário: 9h30min às 11h50min.
Local: Casa de Cultura Juvenal Galeno.
Rua General Sampaio, 1128 - Centro de Fortaleza.
PS. Aberta ao público.

Dia 10 de Outubro:
Apresentação da TERÇA-FEIRA EM PROSA E VERSO.
Horário: 9 horas e 30 minutos às 11 horas e 30 minutos.
Local: ACADEMIA CEARENSE DE LETRAS
(Palácio da Luz - Rua do Rosário, 01, Centro     Histórico de Fortaleza).



MUITO PRAZER 

JOÃO SOARES LÔBO
( Da Academia Cearense
  da Língua Portuguesa )

Dês que te amo, já nem sei quem sou,
sou outro homem, com sinceridade.
A ave da graça pra casa voltou,
Volto a cantar, sei que há felicidade.

Minh'alma morta em mim  ressuscitou.
E uma criança cheia de alegria
Eu acredito que voltei a ser,

Tão diferente da que fui um dia;
Se eu me encontrasse, talvez falaria:
É um prazer eu me reconhecer! 


TUA VOZ  

GRAÇA RORIZ FONTELES
( Da Academia Fortalezense
de Letras ).

Tua voz soa aos meus ouvidos
Cedo da manhã ao despertares
uma sinfonia de Beethoven
Forte e harmoniosa toca os ares

Então deleito-me com esse som
Ao te escutar assim pela manhã
Mas no fim do dia tu me falas
Suave noturno de Chopin.


QUEIMADA

PIO BARBOSA NETO
( Academia de Letras dos
Municípios do Estado do 
Ceará - ALMECE ).

Nasce no chão
Cinza, pó e carvão,
Nuvens escuras
Tempos de escuridão,
Sepultando o verde encantado
Agora transformado,
Em queimada,
Restando do tudo,
O nada.


A ANTIGA CASA

DIOGO FONTENELLE
( Da Academia de Letras 
e Artes do Nordeste ).

Esquecemos no jardim florido da antiga casa
O pião que girava em sete cores pelos ares.
Esquecemos no guarda-roupa da antiga casa
O traje do super-herói que voava pelos mares.
Esquecemos no verde quintal da antiga casa
O buraco feito com as mãos para ir ao Japão.
Esquecemos nós mesmos pela antiga casa,
Hoje, empinamos uma saudade pela solidão.


CANTO AO AMOR

VICENTE ALENCAR
( Da Academia Cearense 
de Cultura e Arte - ACCA ).

desnudo minha alma
quando estou contigo.
E amo,
penso,
vibro,
descubro raízes 
brigo com meus valores,
caminho firme dentro da vida,
pois teus conceitos são janelas
por onde passo a enxergar
pormenores.
São momentos de atenção,
onde ao sabor dos movimentos
e do calor dos corpos,
sei que vivo.
sou um homem aberto aos
teus encantos,
aos teus olhares
e teu amor.
Encontro-me contigo, e,
comigo mesmo,
quando estamos juntos. 
Juntos, em corpo, 
pois, juntos, estaremos sempre
todo o tempo,
mesmo separados.
Teu sorriso é meu sorriso,
tua dor é a minha dor, 
pois divido nossas emoções.


Conselho Editorial:
Fernando de Alencar 
Emanuela Cavalcanti
Izete de Alencar
Ângelo Osmiro Barreto
Victor de Freitas Nunes
Sérgio Bomfim
Consultor: Vicente Alencar
e-mail: vicentealencar25@yahoo.com.br

ALDRAVIAS do Radialista e Jornalista VICENTE ALENCAR

ALDRAVIAS do Radialista e Jornalista VICENTE ALENCAR:
 
1.
Sem Fronteiras
conquista 
público
nos
Cinco
Continentes.

2.
Entregue 
ao
mar
suas
desilusões
viva.

3.
Sol 
Cearense
Espetáculo
gratuito
da
natureza.

4.
Fortaleza
recebe
você
oferecendo
melhor 
natureza.

5.
Mucuripe
tem
peixe
sol
amor
beleza.

6. 
Lua cheia
é
beleza
que 
ilumina
mundo.

7.
Banho
de 
mar
alegria
sem 
preço.

8.
Feirinha
da
Beira-mar
promove
nosso 
Ceará.

9.
Fortaleza
existe
para
lhe
fazer
feliz.

10.
Praia
sol
peixe
amor
no
Ceará

FUTEBOLISTICAS

11.
Gilmar
girafa
melhor 
que 
apareceu.

12.
Djalma
não
deixou
direita
para 
ninguém.

13. 
Beline
craque
galã
capitão
o
melhor.

14.
Zito
comandante
discreto
conquistando
dois 
mundiais.

15.
Orlando
marcou
presença
como
grande
campeão.

16.
Nilton
Santos
nossa
enorme
enciclopédia.

17.
Garrincha
melhor
ponta 
hoje
não 
temos.

18.
Didi
foi
excelente
hoje
quem
mesmo?

19.
Vavá
tanque
admirável
deixou
muitas
saudades.

20.
Pelé
excedeu
não
apareceu
um 
outro.

21.
Zagalo
multíplo
campeão
jogador
e
treinador.

22.
Castilho
inesquecivel
goleiro
tricolor
para
sempre.

23.
De Sordi
ajudante 
primeira
grande
conquista
brasileira.

24.
Amarildo
sempre
lembrado
por 
sua 
raça.


OUTRAS

25.
Propaganda
enganosa 
prejudica
todo
um 
país.

26.
Políticos 
analfabetos
enlameiam
todo
Congresso
Nacional.

27.
Funcionários
públicos 
são
vitimas
dos 
parlamentares.

28.
Pessoas
desclassificadas
não 
deveriam
ser 
parlamentares.

29.
Deputados
Senadores
irresponsáveis
devem
ser
banidos.

30.
Servidores
federais
aposentados
vitimas
dos 
Governantes.

31.
Calabar
o
primeiro
hoje
são
muitos.

32.
Crédito
não
descredito
tem
os
Governantes.

33.
Ex-Ministros
investigados
são
inimigos 
da Nação.

34.
Intermediação
no 
Governo
sinônimo
de 
desonestidade.

35.
Petros
sofre
ação
corrupta
há 
muito.

Obrigado perla atenção.
É só tocar no buzio, e, vai mais.
Vicente Alencar - Fortaleza (CE).

O FETICHISMO DO DIREITO

O FETICHISMO DO DIREITO
O fetichismo do Direito dominou a política a partir do século XX. É a ilusão da norma jurídica como solução para problemas materiais. As constituições até então tratavam da estrutura e organização dos poderes públicos, formas e sistemas de governo. Dispunham sobre direitos e garantias dos cidadãos no âmbito político; assim como no campo jurídico em sentido estrito, como o devido processo legal e a ampla defesa. Omissas quanto aos detalhes da vida em sociedade, elas deixavam livres o legislador e o administrador do futuro. A Carta política americana, originalmente tinha sete artigos. Acrescentaram-se, depois, dezessete emendas. As dez primeiras trataram das liberdades individuais. As outras dezessete tratam do Poder Federal. A Constituição americana de 1789 não estaria de pé, depois de tanto tempo, se regulamentasse detalhes da vida em sociedade, a exemplo da nossa CR/88, que dispõe sobre coisas como petróleo e relações de trabalho. A Constituição americana, caso tivesse dispositivos sobre lenha e outras coisas do século XVIII, não estaria de pé. Sintética é a denominação dada às leis magnas enxutas, definido o Estado e normas de contrapoder, com obrigações de não fazer. Estas não dependem da disponibilidade de meios para ter efetividade, nem oneram ninguém, pelo que não estimulam tantas resistências e conflitos.
O século XX entregou-se ao fetichismo do Direito. A Revolução mexicana de 1910 chegou ao poder e fez a Constituição de 1917, a primeira a incluir os chamados direitos sociais. Depois os alemães fizeram uma Carta Política em 1919, igualmente detalhista e “generosa”. Prevaleceu este modelo: constituições analíticas. É a ideia de assegurar bem-estar social por meio da norma jurídica. O Direito constitucional passou a definir obrigações de fazer. Estas exigem meios e oneram alguém ao requisitá-los, suscitando resistências. Junte-se a isso o modelo de constituição rígida, que se por um lado oferece a vantagem da estabilidade normativa, por outro amarra as mãos do legislador do futuro, impondo um entendimento do passado.
A CR/88, nos dispositivos reguladores da cidadania e da organização do Estado, foi a melhor que já tivemos. Protegeu o cidadão com o Direito Penal garantista, na organização dos poderes separou o Ministério Público da Advocacia Geral da União, entre outras coisas. Merece elogios. Seguiu, todavia, a onda internacional do fetichismo do Direito, ilusão de que norma jurídica pode resolver problemas materiais. Analítica e rígida (obstáculo a emendas), dispõe sobre direitos trabalhistas e sobre combustíveis na iminência do descarte pela tecnológica. Pensa no bem-estar, não na reserva do possível.
A CR/88 foi prefaciada (caso único no mundo) por Ulysses Guimarães, candidatíssimo a presidente da República. Subiu no laque eleitoral. Temos miséria? A Constituição resolverá. Poderíamos constitucionalizar o direito à vida. Seríamos imortais ou ganharíamos uma indenização do Estado quando alguém morresse. O fetichismo do Direito criou dispositivos “maravilhosos”. Universalizou a assistência à saúde. O mundo maravilhou-se. Sanitaristas e políticos nacionais e estrangeiros elogiaram o SUS, realmente muito bom para quem recebe tratamento no Hospital Sírio Libanês. Estudos ideologizados conceberam a solução de todos os problemas, valendo-se de dados seletivamente coletados, avaliam favoravelmente os seus restados. Tais pronunciamentos são repetidos como argumento e autoridade, que nada vale para as ciências do ser.
Saúde e educação continuam péssimas. Os avanços de indicadores tais como anos de escolaridade, analfabetismo, mortalidade infantil e longevidade, entre outros, existem sim, mas não se devem ao fetichismo do Direito e sim ao processo de urbanização, seguindo uma tendência mundial. Éramos um país rural. Hoje somos uma sociedade urbana. É mais fácil escolarizar e cuidar da saúde na cidade que no campo, onde as populações são isoladas pela dispersão e a distância. A urbanização não se deveu ao fetichismo do Direito nem a ação de governo algum. Ela se deu contrariando os arautos do bem-estar social, para quem o “êxodo rural” deveria ser impedido. A reforma agrária era apoiada, entre outras coisas, no argumento da “manutenção do homem no seu torrão natal”.
Nas cidades os indicadores também melhoraram. Mas não foi a CR/88, que proporcionou tais avanços. O mérito é da ciência, da difusão da informação pelo avanço das comunicações, orientando as famílias. A natalidade caiu. É mais fácil cuidar de dois do que de oito filhos. É a janela demográfica: a parcela infantil da população diminuiu e a idosa ainda não aumentou tanto. A demanda por novas escolas e novos serviços de saúde reduziram-se. O saldo positivo na escolarização e na universalização dos serviços de saúde não se deve à CR/88. Qualitativamente? Fracassamos. O fetichismo é o substituto da revolução ou a sua nova fórmula. A túnica de Clio, a deusa da História, porém, é inconsútil. Não tem emendas porque as rupturas, em seu campo, não são inteiramente radicais, como querem os revolucionários. Pesquisas deveriam buscar nos estudos interdisciplinares um antídoto para a prisão dos paradigmas
Porto Alegre, 25 de setembro de 2017

Rui Martinho Rodrigues

LEIA E PRESTIGIE OS AUTORES BRASILEIROS


segunda-feira, 25 de setembro de 2017

CONVITE DE ANIVERSÁRIO DOS 98 ANOS DE FUNDAÇÃO DA CJG


FORTALEZA AFLITA / Segunda-Feira, 25 de Setembro de 2017


FORTALEZA AFLITA
Segunda-Feira, 25 de Setembro de 2017

BURACO MARAVILHOSO
Um maravilhoso buraco assassino disposto a matar muita gente em abalroamentos, existe atualmente em FORTALEZA, Capital do Estado do Ceará, a quinta em população no Brasil.

Localiza-se no cruzamento das Ruas Jornalista Cesar Magalhães com Rua Rabbi Elias Romcy, no classudo bairro der GUARARAPES, ao lado do bairro Edson Queiroz.

O Buraco Assassino poderá virar uma moto, carro de passeio, carro oficial, caminhão, ambulância ou mesmo uma inocente bicicleta o pior transporte do mundo!

O "bichão" (alô saudoso J. Ciro Saraiva) tem um metro de diâmetro e colocaram ali algumas palhas de coqueiro e um papelão amarelo para avisar aos desavisados do problema.

Ontem, domingo, um sujeito estava dirigindo normal, com uns 80 km não viu o "papelão" e lascou mesmo a frente do carro. Se desesperou mas não há pára quem apelar. Ficou mesmo com o prejuizo.

Agora lembrem-se: Os Vereadores tem carros a disposição, o Vice Prefeito, o Prefeito. Vocês acham que estes elementos vão se lembrar que gastam a gasolina com dinheiro de quem paga impostos? 

Eles vão mesmo é mandar todos vocês  se lascarem bando de bestas!

(a) Jovino Nunes de Alencar, Jornalista e Radialista, Industrial aposentado,  as minhas custas, 87 anos, aproveitando "a carona" no Blog do meu parente Jornalista Vicente Alencar que tem um  Programa de Segunda a Sexta-feira as 21 horas na Rádio Assunção 620 AM e tem este espaço aqui. Felicidades para vocês. E continuem aguentando, igual a suvaco de ajeijado.

Thomas Lovejoy: "Os governos esquecem o valor da ciência"

SIMPÓSIO ABC-BIODIVERSIDADE
Thomas Lovejoy: "Os governos esquecem o valor da ciência"

O biólogo norte-americano foi o palestrante convidado para realizar a abertura do Simpósio Preparatório Brasil/ França sobre Biodiversidade na terça-feira, 19 de setembro, no Museu do Amanhã.
SIMPÓSIO ABC-BIODIVERSIDADE
Simpósio Preparatório Brasil/França sobre Biodiversidade

A Academia Brasileira de Ciências promoveu evento no Rio de Janeiro, entre 19 e 21 de setembro, no Museu do Amanhã e na sede da ABC, onde seu presidente defendeu que a biodiversidade passe a ser tratada como um grande projeto nacional.



INCTs: o que vamos dizer às próximas gerações de brasileiros?

Confira o artigo da Acadêmica e professora titular da Unesp Vanderlan da Silva Bolzani . No texto, a vice-presidente da SBPC faz uma forte crítica à "destruição" dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia.
Presidente da ABC fala sobre educação superior na UFCA

Em visita à Universidade Federal do Cariri, em Juazeiro do Norte (CE), Luiz Davidovich proferiu palestra sobre "O Valor da Ciência", onde ressaltou que "a reforma na educação superior do Brasil é inadiável".
Carta denuncia a situação atual da C&T no país

O documento é assinado pelas associações dos servidores das unidades de pesquisa do MCTIC, do CNPq, do Museu Paraense Emílio Goeldi e do Instituto Nacional de Tecnologia, além das associações de pesquisadores do MCTIC e de pós-graduandos José Leite Lopes .
Crise orçamentária atinge a física brasileira

A edição de outubro da revista mensal "Physics World" traz matéria sobre a mobilização dos cientistas contra a redução do orçamento para pesquisa, desenvolvimento e inovação.
"Repensar a educação superior no Brasil" entra em fase final de revisão

Em breve, a Academia Brasileira de Ciências lançará a publicação que traz reflexões e propostas de mudanças do ensino universitário no país. O documento foi elaborado pelo Grupo de Estudos da ABC sobre Educação Superior.
Mundos Invisíveis: Mostra de Arte Científica Brasileira

A exposição, que contou com a curadoria do ex-membro afiliado da ABC (ex afiliado 2008-2012) Stevens Rehen, será inaugurada no dia 26 de setembro, no Museu do Amanhã (RJ).
Mast agenda entrevista com candidatos

O Museu de Astronomia e Ciências Afins realiza, em 23 de setembro, mais uma etapa do processo de seleção para o cargo de diretor da instituição.

Acompanhe os próximos eventos da ABC

Notícias da ABC é um informativo periódico da Academia Brasileira de Ciências.
Contato: nabc@abc.org.br
Responsável: Elisa Oswaldo-Cruz

Brasilturis News 2017 - Segunda-feira, 25 de setembro de 2017