Na Hipocrisia do mundo você se descobre,
e, se encontra, quando vive um grande amor
Vicente Alencar

quarta-feira, 20 de junho de 2018

ICCPOR 17 de Junho de 2018

INSTITUTO CEARENSE DE CULTURA PORTUGUESA
Fundado em 01 de Junho de 1992
Fortaleza - Ceará - Brasil

17 de Junho de 2018
Conselho Editorial:

Fernando de Alencar
Izete de Alencar
Emanuela Cavalcanti
Ângelo Osmiro Barreto
Celina Freitas
Silvio dos Santos Filho
Margarida Alencar
Maria Freitas

A VIDA
Vicente Alencar
(Presidente Emérito da ALMECE).


Recadastramento,
aumentos,
descontos, 
baixos salários,
educação deficiente,
saúde em crise,
hospitais lotados,
estradas ruins,
lixo nas ruas,
chuvas,
desabamentos,
secas,
imigrandes,
flagelados,
governo sem personalidade,
parlamentares incultos,
prefeitos que furtam,
homens que se prostituem,
professores empobrecidos,
crianças sem leite,
adolescentes desintegrados,
adultos sem futuros,
país sem rumo certo,
e o tempo passa.

Atenção! Dia 10 de Julho mais uma TERÇA-FEIRA EM PROSA E VERSO, na Academia Cearense de Letras - Palácio da Luz, Rua do Rosário, 1, Centro.

Reunindo estudantes, professores, poetas, trovadores, escritores e todos aqueles que gostam de cultura.

Coordenação de Margarida e Vicente Alencar. A jornada começará às 9 horas e 30 minutos e terminará às 11 horas e 30 minutos.

Compareça, leve sua Poesia, sua Trova e apresente aos amigos presentes a nossa manhã Cultural.

Qualquer informação pelo nosso e-mail: vicentealencar25@yahoo.com.br


UMA FLOR NA LAMA
Paulo Veras
(Autor de 30 Sonetos da Lavra de um Cordelista).

Eu conheci uma mulher da vida,
no coração seu nome guardarei
por muito tempo. Minha preferida
tinha virtude que jamais pensei.


De compostura toda resumida,
decente, honesta, simples, delicada,
essa mulher por mim sempre querida
mais parecia uma senhora honrada.

De tua boca perfumada e pura
uma palavra feia não saia.
Triste ironia, pobre criatura.

Ha tantas moças que o universo aclama,
que são da lama e vivem como rosas
e às vezes rosas vão nascer na lama!

OS DIABÉTICOS DO CEARA CLAMAM PELO HOSPITAL DO DIABÉTICO.

O local já existe. O antigo Instituto Penal Paulo Sarasate. Existe o teto, existe o piso, existe energia elétrica, existe água, existe estacionamento. FALTA APENAS A BOA VONTADE dos GOVERNANTES.

Da mesma maneira que a Casa de Detenção (Cadeia Grande) no inicio dos anos 70 foi transformada em Empresa Cearense de Turismno - EMCETUR,o IPPS 
poderia ser adaptado para transfoimnar-se no HOSPITAL DO DIABÉTICO.

Junte-se as nós. defenda esta causa.

PERGUNTO
Neide Azevedo Lopes
(Da Sociedade Amigas do Livro)

Se dizem que o amor nos reconforta
E que a vida é cheia de ilusão,
Por que será que tu sempre te escondes
Noutro lugar qualquer
Não em meu coração?

Se dizem que a poesia nos encanta
e nos fazescrever bonito assim,
por que será que buscas noutros mundos
aquilo que encontras
vindo a mim?

Se dizem que a vida é passageira
E que amar só traz felicidade,
Por que não ficas só mais um pouquinho
E fazes esse pouquinho
Ser eternidade?

RÁDIO ASSUNÇÃO CEARENSE AM 620
Programa Vicente Alencar - Educação, 
Cultura e Esporte.
Horário: 22 às 23 horas.
De Segunda a sexta-Feira.
Apresentação: Vicente Alencar.
No seu celular, no seu computador.


XXVII Congresso da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores SOBRAMES


A QUESTÃO DA EVAPORAÇÃO NOS AÇUDES DO ESTADO DO CEARÁ

Caros Confrades da Academia Cearense de Engenharia

Tem plena razão o agrônomo José Maria Pimenta na coluna do jornalista Egidio Serpa do Diário do Nordeste do dia 18.05.2018 (ver abaixo) sobre a questão da evaporação nos grandes açudes do Estado do Ceará. O que o ex-presidente da EMATERCE falou já era motivo de preocupações do DNOCS desde os primórdios de sua existência, na década de 1910. Está em qualquer livro de Hidrologia, uma Ciência que ainda hoje, parece não foi absorvida pelos atuais gestores dos recursos hídricos  do Estado do Ceará.

A mensagem  do Dr. José Maria Pimenta é a mesma que está nos três volumes de Hidrologia elaborados pela SUDENE (Estudos de Base dos Recursos Hídricos do Vale do Rio Jaguaribe)  com a participação da Missão Francesa durante cinco anos, na década de 50, onde se conclui que não vale a pena construir uma grande barragem, com exagerada acumulação d´água, porque a partir de determinada cota (altura) a vazão regularizada da mesma se torna assintótica, isto é, inalterada, portanto, constante.

Em outras palavras, a disponibilidade hídrica de um reservatório não aumenta em função de sua maior capacidade de acumulação d´agua (apartir de determinada altura da barragem), conforme dissemos acima. Isto é uma verdade tão cristalina, como dois mais dois são quatro.

Um exemplo do que acima foi dito, basta considerarmos o Açude Castanhão, pois  tanto faz construir naquele local uma barragem na cota 80m (1,2 bilhão de metros cúbicos de acumulação d´água), ou na cota 100m (6,7 bilhões de metros cúbicos d´água), a sua vazão regularizada é a mesma. Eis a razão porque o agrônomo José Maria Pimenta diz que só há um jeito de acabar com a evaporação nos açudes é construí-los profundos, com o menor espelho dágua.

Infelizmente, os técnicos do extinto DNOS (Departamento Nacional de Obras de Saneamanto),  que tinha sua sede no Rio de Janeiro, portanto sem o necess[ario conhecimeto das características do semiárido nordestino,  ao projetarem o  Açude Castanhão, contrariando o pensamento do DNOCS (Departamento  Nacional de Obras Contra as Secas) não levaram em conta este importante detalhe de nossa Região: a altura ideal da barragem. Para eles, “quanto mais alta for a barragem, maiores serão os seus benefícios”.

Não entendi a proposta do Dr. José Maria Pimenta de ser instituído “um prêmio de R$ 50 milhões para atrair a atenção de pesquisadores científicos do Brasil e do mundo”. Realmente, nesta questão da evaporação, o livro A FACE OCULTA DA BARRAGEM DO CASTANHÃO, de minha autoria, mostra que foram utilizados três índices evaporimétricos na elaboração dos estudos (??) hidrológicos do Açude Castanhão: 1.700 mm, 2.500 mm e 2.893,5 mm (este, pelo EIA-RIMA, nos parecendo ser o mais verdadeiro que resultou na vazão regularizada de 10 metros cúbicos por segundo, contrariando a vazão  de 30m³/s inicialmente anunciada  pelo seu  idealizadore, em 1985, repito, o Departamento Nacional de Obras de Saneamento- DNOS.

 O Plano Estadual de Recursos Hídricos (1992) é omisso  quanto a esta principal característica do Açude Castanhão. Como se pode levar a sério um estudo desta natureza? Neste aspecto, concordo que haja uma revisão geral e abrangente em toda o sistema hídrico que se pratica atualment no Estado do Ceará, lclusive a exigência para que esta atividade, seja conduzida exclusivamente por profissionais da área de engenharia, que tenha no seu curriculo a cadeira de Hidrologia.

Atenciosamente, Cássio Borges

                   (Cássio Borges, engenheiro civil, especialista em Recursos Hídricos e Barragens)

LEIA E PRESTIGIE OS AUTORES BRASILEIROS


terça-feira, 19 de junho de 2018

A CONDUÇÃO COERCITIVA - Rui Martinho Rodrigues


A CONDUÇÃO COERCITIVA
O STF declarou a inconstitucionalidade da condução coercitiva. A polêmica em torno do tema tende ao exagero. Um lado estranha. O STF levou trinta anos para descobrir a inconstitucionalidade. Parece casuísmo. A impunidade seria beneficiada. A medida considerada inconstitucional tem previsão legal, sempre foi praticada, existe nas democracias e se um juiz pode decretar prisão, medida mais gravosa, pode mandar conduzir coercitivamente, medida menos gravosa. Os argumentos mais lembrados e de maior apelo popular são a necessidade de combate à corrupção e de apoio popular aos procedimentos da persecução penal.
Contrários alegam que a previsão legal se destina apenas aos réus, exige que haja processo em curso, não se aplica aos suspeitos ou investigados contra os quais não há processo, nem descumpriu intimação ou dela se esquivou. Discutem, ainda, a espetacularização da ação penal e o propósito de aplicação de pena de execração pública, sansão inexistente no nosso ordenamento jurídico e expressamente proibida na CF/88. O caráter de antecipação de pena da medida, da medida, é outra crítica a ela dirigida.
O STF pode exercer controle repressivo de constitucionalidade, legislando negativamente, retirando a medida do ordenamento jurídico. A demora para tanto, de trinta anos, é suspeita quando o mundo político está sob ameaça de condenação penal. Os corruptos não terão a impunidade garantida só por isso. A condução coercitiva não fará tanta falta. A persecução penal não tem muito a ganhar com a medida, afinal, o conduzido tem o direito de permanecer em silêncio. Outras democracias adotam este direito, mas nelas o silêncio pode ser interpretado contra o réu. No Brasil o magistrado não poderá usar o silêncio do interrogado para condená-lo. A intimação poderá ensejar a destruição de provas ou a obstrução da ação penal. Mas nesse caso caberia a prisão cautelar. Seria caso de prisão, não de condução coercitiva. A condução “debaixo de vara”, como se dizia antigamente, produz feitos danosos sobre políticos, exceto para aqueles cujos seguidores não vacilam em apoiar criminosos. A condução não deve ser espetáculo. O MP e o Judiciário, porém, estão enfrentando forças muito poderosas e não confiam nos tribunais superiores. Arriscam a própria segurança, como se viu na Itália. Precisam do apoio popular. A mobilização da sociedade se beneficia do espetáculo. Buscar apoio popular não deveria ser a conduta dos órgãos citados. A causa supralegal de exclusão da ilicitude, porém, se aplica ao caso pelos motivos expostos.
Fortaleza, 18 de junho de 2018.
Rui Martinho Rodrigues

XXVII Congresso da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores SOBRAMES


EXPOSIÇÃO NA CASA DO JORNALISTA: A.C.I

Exposição “Casa do Jornalista” será marcada por exibição e debate sobre filme “The Post” nesta quinta-feira (21/06)
A exibição do filme “The Post – A Guerra Secreta” (EUA, 2017), do diretor Steven Spielberg, nesta quinta-feira (21/06), será um dos pontos altos da exposição “Casa do Jornalista: fragmentos de uma imprensa citadina”, promovida pela Associação Cearense de Imprensa (ACI) no Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB Fortaleza). O evento, com entrada franca, terá início às 13h30min, com a exibição do filme, no auditório do CCBNB, seguido de debate com o jornalista José Augusto Lopes e o professor universitário Márcio Acselrad, tendo na mediação o presidente da ACI, Salomão de Castro.
No filme, Kat Graham (Meryl Streep) é a dona do jornal The Washington Post, um jornal local que está prestes a lançar suas ações na Bolsa de Valores de forma a se capitalizar e, consequentemente, ganhar fôlego financeiro. Ben Bradlee (Tom Hanks) é o editor-chefe do jornal, ávido por uma grande notícia que possa fazer com que o jornal suba de patamar no sempre acirrado mercado jornalístico.
Quando o concorrente New York Times inicia uma série de matérias denunciando que vários governos norte-americanos mentiram acerca da atuação do país na Guerra do Vietnã, com base em documentos sigilosos do Pentágono, o presidente Richard Nixon decide processar o jornal com base na Lei de Espionagem, de forma que nada mais seja divulgado. A proibição é concedida por um juiz, o que faz com que os documentos cheguem às mãos de Bradlee e sua equipe, que precisa agora convencer Kat e os demais responsáveis pelo The Post sobre a importância da publicação, de forma a defender a liberdade de imprensa.
Sobre a exposição
A exposição “Casa do jornalista: fragmentos de uma imprensa citadina”, com visitações gratuitas, prossegue até o próximo dia 30 de junho, das terças-feiras aos sábados, entre as 10 horas e as 19 horas. Com curadoria do jornalista e historiador Nilton Melo Almeida e da crítica de arte Jacqueline Medeiros, a exposição mostra extratos do acervo da ACI.
A mostra é composta, por exemplo, por objetos, fotografias e fichas de filiação à instituição, como elementos iconográficos que apresentam redatores, repórteres, editores, locutores, colaboradores, linotipistas, revisores, impressores, gazeteiros, locutores e fotógrafos, que trabalharam ou ainda exercem atividade na imprensa cearense.
Serviço: Exibição do filme “The Post – A Guerra Secreta” (The Post, EUA, 2017), seguida de debate. Nesta quinta-feira (21/06), partir das 13h30min. A atividade integra a exposição “Casa do Jornalista: fragmentos de uma imprensa citadina”, promovida pela Associação Cearense de Imprensa (ACI) no Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB Fortaleza), localizado na rua Conde D´Eu, 560, no Centro.
 

UBE RJ 60 anos – 1958 a 2018 / IV REUNIÃO LITERÁRIA UBE RJ 2018


IV  REUNIÃO LITERÁRIA UBE RJ 2018 - dia  20  DE JUNHO DE 2018
quarta-feira, às 16:00no Instituto Cultural da Sociedade Nacional de Agricultura.
            PROGRAMAÇÃO
Boas-vindas,  A ”FESTA UBE RJ – 60 anos” – Claudio Murilo Leal 
7, 8 e 9 AGOSTO IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL ENCONTRO DAS AMÉRICAS UBE RJ E PARCERIAS;
“LIVRO MEMÓRIA 60 anos da UBE RJ” e  “Livro de OURO” – Juçara Valverde,  Dyandreia Portugal.
HOMENAGEM DA ABRAMMIL a UBE RJ – MEDALHA GRAU CAVALHEIRO – Tito e Marilza de Abreu Fialho
PALESTRA: "O JEITO VINÍCIUS DE SER" – MARINA GUTMAN TOSTA PARANHOS
Apresentação  Marcia Barroca.
POSSE MEMBRO EFETIVO: 
MARIA AMÉLIA PALLADINO, 
DALMA NASCIMENTO, 
JORGE VENTURA, 
MITIKO YANAGA UNE, 
MARCELO MOURÃO.
POSSE MEMBRO CORRESPONDENTE UBE RJ RIBEIRÃO PRETO SP
RENATA CARONE SBORGIA 
RENOVARTE - Zélia Fernandes, informações
EXPOSIÇÃO DE ARTES - Maria Araujo e Carmem Elias
LANÇAMENTO dos  livros:  "Rhumo do humor“, de ANTÔNIO GUTMAN, “Desembrulhando  o Tempo“, de  e  MARCIA BARROCA
Apresentação Angela Guerra
MUSICAL ANGELA GUERRA cantando música italiana.
No Salão  -  Lançamentos literários 
"Rhumo do Humor“, de ANTÔNIO GUTMAN   e  “Desembrulhando o Tempo“, de MARCIA BARROCA
Bolo para os aniversariantes do mês de junho –  Laura Esteves, Marcus Vinicius Quiroga e ...
ANVERSARIANTE CONFIRME SUA PRESENÇA PARA RECEBER SEU BRINDE 
Saudações Literárias,
                                             Juçara Regina Viégas Valverde,  Presidente
 Claudio Murilo Leal,   1º Vice-Presidente 
Luiz Gondim de A. Lins,  2º Vice-Presidente
SNA - Instituto Cultural Sociedade Nacional de Agricultura- Rua General Justo, 171, Castelo/Praça XV/ Centro/ Rio de janeiro/ RJ