Educação
De acordo com o levantamento feito por determinação da ONU, o Brasil, em perdendo para os países africanos, tirou o penúltimo lugar em matéria de educação.
Se verdade for, é muito lamentável esse resultado catastrófico.
Ser ou não ser, é bom que nossa educação seja o quanto antes reformulada, enquanto isso, os professores do ensino fundamental deverão passar por uma reciclagem, posto que sabemos que muitos deles, ao invés de darem sombra estão desta a necessitar. Concluídos os resultados de renovação das suas aprendizagens, deverão ter um reajuste de vencimentos.
Os alunos, por outro lado, só deverão subir de série se realmente aprovados forem. Se reprovados, impõe-se que sejam transferidos para outra escola do mesmo grau, por conseguinte, a reprovação pode ser causada em face do método de ensino. Ou seja, deveria para tal fim ter professores especializados na arte de alfabetização, devendo todos os alunos reprovados ser descolados para educandários específicos. Neles deverão estar psicólogos com a finalidade de identificarem as causas do não desenvolvimento intelectual dessa modalidade de alunos.
Em verdade, não é cabível que um país como o nosso ainda tenha um percentual de 70% de analfabetos.
Por isso mesmo, temos riquezas naturais e um grande potencial para sermos uma nação altamente desenvolvida, e não somos.
Seria este alto grau de incipientes a causa? Claro que sim, o analfabeto está sempre parado no tempo e no espaço, haja vista nem sempre fazer o que é mandado, e quando passa a executar a referida tarefa ordenada, não tem competência para desenvolvê-la, passando anos sem fim executando a mesma coisa.
Em face do exposto, precisamos fazer no nosso Brasil uma revolução intitulada: “tudo pela educação”.
Abrindo, em primeiro lugar, cursos profissionalizantes para o preparo de professores destinados à alfabetização e aos cursos fundamentais até mesmo no âmbito das diversas especialidade. E, onde não houver prédio para instalar essas mesmas escolas, que sejam inauguradas debaixo de árvores frondosas, em toda extensão do nosso território.
Enfim, o ensino é coisa séria, e, por isso, não podemos pô-lo num plano inferior a ponto de pouco ser útil à sociedade, sim, porque é desta sua deficiência que parece que estamos andando para trás. Por tal razão é que num dia de eleição parece mais como uma negociata de votos tendo como vendedores os mesmos 70% de desletrados, sendo os compradores corruptos de parte dos nossos políticos
Edgar Carlos de Amorim
Escritor
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