Na Hipocrisia do mundo você se descobre,
e, se encontra, quando vive um grande amor
Vicente Alencar

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019


ENSAIOS DE GUERRA
Os acordos entre as grandes potências evitam guerras generalizadas. O tratado de Vestfállia, de 1648, selou um entendimento entre Espanha e Países Baixos, França, Sacro Império Romano-Germânico e príncipes alemães, além de Suécia e encerrou a Guerra dos Trinta Anos e evitou conflito generalizado até a Revolução Francesa, século e meio depois. Teve início então o ciclo de guerras da Santa Aliança contra a França. A paz foi estabelecida por cem anos com o entendimento entre as potências reunidas em Viena, em 1815. As guerras dos bálcãs, envolvendo Sérvia, Montenegro, Bulgária, Romência, Grécia e Turquia anunciavam a falência do entendimento do Congresso de Viena. A Alemanha e a decadência dos Impérios Áustro-Húgaro e Otomano e da unificação da Itália modificaram o mundo. Os acordos decaíram. Tivemos a IGM. O Tratado de Versalhes, 1919, proporcionou apenas vinte anos de paz. Veio a IIGM, no fim da qual URSS, EUA e Reino Unido estabeleceram um entendimento em Ialta, 1945, definindo suas áres de influência na Europa, evitando nova guerra generalizada naquele continente até hoje. A situação atual, neste aspecto, é semelhante aos momentos em que os tratados entre as potências deixaram de existir.
A ascensão de uma nova potência pode contribuir para a guerra. Espanha e Inglaterra guerrearam quando os britânicos começaram a se tornar uma potência capaz de rivalizar com o Reino Ibérico. França e Alemanha lutaram em 1870, 1914 e 1939 quando a unificação dos principados alemães e o desenvolvimento industrial alemão tornaram Berlim um ator poderoso. A Inglaterra, velha rival da França, aliou-se à tradicional inimiga quando a Alemanha iniciou a corrida naval, rivalisando com a esquadra britânica. Hoje a ascensão da China modifica a balança de poder.
A esperança de vitória é um perigo. Em 1914 o exército alemão esperava derrotar a França em vinte e poucos dias, triunfando sobre a Rússia em 45 dias. O Japão, em 1937, esperava derrotar a China em cinco meses. A revolução tecnológica está ressuscitando a ideia de vitória na IIIGM. A guerra fria não se tornou quente porque havia a certeza da destruição mútua. Um general chinês afirmou que bastaria destruir dois porta-aviões da VII Frota para o povo americano, que não suporta baixas, pedir paz. É a mesma ideia que levou o Japão a atacar os EUA em 1941. A guerra civil espanhola serviu de teste para armas e táticas antes da II GM. As guerras na Síria, Líbia e Iemem também são amostras de uma guerra mundial. Guerras acontecem quando as democracias estão desarmadas. A Europa desarmou-se. Acabou o serviço militar obrigatório, ficou sem reservistas treinados, cortou orçamentos militares, suas forças ficaram sem capacidade operacional. Ao intervir na Líbia a França precisou pedir bombas e drones aos EUA. Toda a frota de submarinos alemães está inoperante. As democracias estão despreparadas.
A Venezuela poderá tornar-se uma Síria. EUA e Rússia tomaram partido por lados opostos. Guardemos distância do possível conflito, inclusive porque não temos meios para entrar no jogo pesado das grandes potências.
Fortaleza, 24-1-19.
Rui

IBDL 24/01/2019

INSTITUTO BRASILEIRO DE DIVULGAÇÃO LITERÁRIO
    Criado em 01 de Março de 2009
      Nossos valores para o Mundo
     FORTALEZA - CEARÁ - BRASIL
 Consultor: Jornalista Vicente Alencar.
email: vicentealencar25@yahoo.com.br

24 de janeiro de 2019.


CASA DE LIVROS USADOS "SEBO" O GERALDO,
RUA 24 DE MAIO, 950 (8 às 17 horas) NO CENTRO FORTALEZA.


AMANTES
Humberto Nascimento dos Santos +
(Foi Técnico Educacional do MOBRAL)

Idéias unidas criando idéias
Misturando-se as utopias à realidade,
Devoram a carne, matéria mutante,
E no leito sangra a felicidade.

Encantam os encantos da doce vida
Submersos na essência da sorte,
Sonhando sonhos ofegantes
E morrem mil vezes uma morte.

Translúcidos, imóveis e calados
Integram agora uma só ilusão,
Doença dos pensamentos alados.

Acabou para a natureza a razão,
Dos acalantos, sussurros e mimados,
Sem saber mais onde fica o coração.


RESPEITE O DIREITO DOS OUTROS
PARA DESFRUTAR O SEU DIREITO
(Professor-Radialista Durval Moraes).


FADÁRIO
Pereira de Albuquerque
(Da UBT-FORTALEZA)

Já nasci sob o clima de ansiedade
que envolvia um sertão tumultuário. 
Menino - achei-me logo na orfandade
E, ainda por cima, valetudinário.

Cedo perdi meu lar; na flor; na flor da idade,
Rendi-me aos vícios - meu maior calvário;
E hoje, extinta a ilusão da mocidade,
Tornei-me um triste - um lobo solitário.

Sou agora o que vive da lembrança,
Digerindo a saudade (amargo lenho)
Do amor que tive e que morreu criança.

Sofro; mas, ainda assim, dou-me o prazer
De uma felicidade que não tenho
Mas, que persigo e, às vezes, julgo ter!


DAS 22 ÀS 23 HORAS PELA RÁDIO ASSUNÇÃO
CEARENSE AM 620, O PROGRAMA VICENTE
ALENCAR - EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTE.
Músicas, poesias, trovas, pensamentos, noticias, 
crônicas, notícias e comentários. De segunda a
sexta-feira, quando não há futebol.


TROVAS DE AUTORES CEARENSES:
TEMA: PRIMAVERA.


1.
Sem amor e sem carinho
qual Rosa sem primavera
tu vagas pelo caminho
onde a solidão te espera.
HORTÊNCIO PESSOA.

2.
É chegada a Primavera
colorindo a Natureza
Ser Poeta ah! Quem me dera!
Pra cantar tanta beleza.
JOÃO OSVALDO SOARES (VAVAL).

3.
Quando nosso coração
vive uma grande quimera
nada é mais terno e loução
do que o sol da Primavera.
ANA MARIA DO NASCIMENTO.

4.
Amanheceu tão florido
começou a Primavera,
campo de cores vestido
ornando a minha tapera.
ARGENTINA ANDRADE


A Primavera surgindo
traz encanto aos olhos meus
e, em cada flor entreabrindo,
vejo a presença de Deus.
ZENAIDE MARÇAL

Se quando das criações, 
Deus, outra idéia tivera
em vez de quatro estações
havia só Primavera.
HAROLDO LYRA +

CIGARRO - O INIMIGO DA VIDA!



LEIA E PRESTIGIE OS AUTORES BRASILEIROS


quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

SÁBIOS, SABIDOS E SIMPÓRIOS - Rui Martinho Rodrigues.


SÁBIOS, SABIDOS E SIMPÓRIOS

A história das civizações é cíclica, como demonstrou Arnold Joseph Toynbee (1889 – 1975). Desgasta-se o ordenamento cognitivo. Vem a sucessão de correntes teóricas e metodológicas, padrões estéticos. Este tem modismos mais visíveis do que a alternância das tendências filosóficas. Classicismo, romantismo, modernismo são exemplos do desgaste e sucessão das tendências em uma dimensão diversa dos ciclos descritos por Toynbee, mas também representam ciclos. Pré-socráticos e sofistas são exemplos de sucessão relacionada com o desgate cíclico do ordenamento cognitivo, como da sensibilidade.
O desgaste das fórmulas políticas foi apontado por Aristóteles (384 a.C.– 322 a.C.). O estagirita apontou a tirania como a decadência da monarquia, oligarquia como aristocracia decaída, demagogia como democracia degenerada. Hoje aludimos ao populismo, ao invés de demagogia. O obstáculo epistemológico constituído pelo saber, conforme Gaston Bachelard (1884 – 1962) é atenuado com o abalo dos paradigmas (Thomas Samuel Kuhn, 1922 – 1996). O acesso ao exercício da livre cogitação é favorecido.
O declinínio do ordenamento social, político, econômico e cognitivo da Idade Média favoreceu as tendências mais díspara. Deu lugar a um Galileu Galilei (1564 – 1642) e a um Michel de Nostradame (1503 – 1566). O declínio da modernidade repete este fenômeno. Galileu, representante exemplar do tipo de sensibilidade e pensamento modernos, era laico, buscava discenir regularidades na forma de leis, era matemático, acreditava nos raciocínios rigorosos e nas verdades objetiva e lógica (na forma de dedução e indução) estudava o ser na dimensão fenomenológica, renunciando ao saber que pretende prescrever o dever ser ôntico e ontológico.
A modernidade começou a tentar usar o método científico (em sentido estrito) nas ciências sociais, iniciando uma mudança. Irregularidade dos fenômenos, volição, sensibilidade e ação finalista, condição de sujeito da ação, obstaculou a “Física Social” pretendida por Isidore Auguste François Xavier Comte (1798 – 1857). Este é apenas o exemplo mais claro do equívoco. Começou a modernidade a se desviar do próprio caminho antes de Comte. Passou a buscar o dever ser, usando o adjetivo “ciência” como panóplia para especulação.
A engenharia social não pode captar regularidades e leis inexistentes. Não tem previsibilidade, salvo nos pequenos fragmentos da realidade ou tendências genéricas. Nas salas de aula, encontram-se pessoas que no futuro estarão casadas, terão filhos, irão divorciar-se. Não sabemos, porém, quando, nem quem estará nestas condições. O adjetivo “científico” foi largamente usado pelo socialismo. Muitos imaginavam uma ciência ao modo newtoniano, com leis, previsibilidade, apta a orientar a política. Firedrich Engels (1820 – 1895), no prefácio a uma edição do manifesto comunista, lançada em memória da Karl Heirinch Marx (1818 – 1883), cita inúmeras vezes a expressão “leis da História”.
A luta pelo status de ciência é comum a muitos estudos. O significado do que seja tal coisa, porém, é polissêmico. Nas ciências da natureza é fenomênico, tem leis ou probabilidades como arrimo, previsibilidade, corrige os próprios erros substituindo modelos infirmados na prática. Não reivindica superioridade moral ou virtudes cívicas como fundamento de suas proposições.
Não é assim nas ciências da humanas. A contemporaneidade tende a recusar a lógica dos raciocínios rigorosos, lineares, não exige de si mesma precisão nos conceitos nem resultados previsíveis, é relativista, não corrige os seus erros. Até a filosofia da práxis se evade da responsabilidade por suas experiências históricas. Os erros dos pensadores abalaram a hegemonia das grandes narrativas. Sábios eram sabidos. A pregação da fraternidade deu lugar à guilhotina dos jacobinos. O igualitarismo levou ao que Milovan Djilas (1911 – 1995), teórico do partido comunista iuguslavo, depois que decepcionou-se chamou de “nova classe”, a desigualdade criada pelos igualitaristas no poder. Foi assim em todas as experiências históricas. O abalo das referencias medievais ensejou a liberdade e levou à ciência como ao misticismo. A pós-modernidade tem sabidos contumazes, sonhadores e diligentes competentes ou incompetentes. Simplórios tornaram-se sujeitos da história: falam a linguagem do povo e expressam a indignação das massas. Talvez errem menos do que os sábios sabidos. O tempo dirá.
Fortaleza, 23/1/19.
Rui Martinho Rodrigues.

NOTA DE PESAR - MESTRE PORTELADA


Assombrações tecnológicas - Geraldo Duarte*

Assombrações tecnológicas

Geraldo Duarte*

Aquele bancário aposentado queixa-se de perturbado por seres do além.
Mesmo recorrendo a tudo e a todos, inquietações o afligem. “Quanto mais rezo, mais assombrações aparecem!” – replica.

Diz-se desassombrado com coisas do mundo material. Não o afirma no tocante as do lado de lá da vida. Até se controlava quando as visagens eram conservadoras e complacentes, desaparecendo ante ao Sinal da Cruz. “Agora, acontece diferente, persistem” – garante.

Conta que no Dia de Finados, depois de homenagear os familiares sepultados no cemitério da sua Mossoró, quase morre de susto. Ao se retirar, passando no túmulo do cangaceiro Jararaca (José Leite de Santana, 1901 – 1927), morto na resistência da cidade a Lampião e tido milagreiro e cultuado, ouviu: “Tome bala, cabra da peste!”, seguindo som de dois tiros.

Passado o trauma, outro ocorreu. Mensagem no WhatsApp: “Oi, Fulano! Sou a finada Sicrana! Estou penitente devido a missas que não mandei rezar. Pague-as em meu nome.”. Disse ter feito a encomenda na Igreja e jogado o smartphone no rio.

Mas, nada estava tranquilo como pensava. No retorno de visita a um irmão, morador em distrito próximo, veio nova e indesejada surpresa.

Perto da noite. Ainda o lusco-fusco. Guiando seu carro em estrada carroçável, rumo à rodovia, sonido estridente e intermitente de buzina insistia.

Pelo retrovisor enxergou enorme motocicleta preta, pilotada por um gigante envolto em uma espécie de vestimenta negra.

Logo pensou tratar-se de assaltante e imprimiu velocidade. O motoqueiro fez igual. Nem a celeridade, nem a poeira impediam a ação do perseguidor.

Ao entrarem na BR-101, bem em frente ao cruzeiro de uma capela, o veículo estancou. A cruz foi à salvação. Um lobisomem, do porte de gorila, de rabo levantado, no lugar de um garupeiro, olhou para ele, para o madeiro, uivou semelhante a um lobo e sumiu no horizonte.

   *Geraldo Duarte é advogado, administrador e dicionarista.

VICENTE ALENCAR EDIÇÃO Nº 1390 QUARTA-FEIRA 23 / 01 / 2019

VICENTE ALENCAR
EDIÇÃO Nº 1390
QUARTA-FEIRA
23 DE JANEIRO DE 2019
FORTALEZA - CEARÁ - BRASIL

Noticia péssima: 
Fontes da ENEL informaram ontem à tarde que a partir de Abril, dentro das comemorações do Descobrimento do Brasil, dia 22 de Abril próximo - 519 anos - acontecerá um aumento de preço nas tarifas de energia elétrica. E bem acima da inflação. Será que a noticia será confirmada? A população está aflita.

A Academia Cearense de Médicos Escritores - ACEMES definiu as datas de 17 a 19 de Maio próximo, em Limoeiro do Norte, o 
II Encontro de Academias do Ceará.

Segundo o Presidente, José Maria Chaves, a ACEMES está 
convidando a toda  as co-irmãs, mormente do interior do Estado.

A abertura do evento será às 19h30min, da sexta-feira, dia 17, com a programação a ser cumprida no sábado, dia 18, e o retorno no domingo, dia 19.

ATENÇÃO!
De 2a a 6a feira, das 22 às 23 horas, na Rádio Assunção Cearense AM 620, o Programa Vicente Alencar- Educação, Cultura e Esporte.

Você pode ouvir em AM, pela Internet, no Tablet,  e,  no seu telefone celular. Não há distância que nos separe.

Professor Adhemar Nunes Freire Filho, encontra-se em Atlanta, nos EUA. Foi conhecer a netinha Valentina Moreira, filha de Ana Pricia Freire e Carlos José Moreira.

Para quem gosta de livros raros como José Augusto Bezerra,
é sempre bom adquirir novos exemplares. Ele vem de marcar um grande tento: grande parte das Obras do Filólogo e Dicionarista Antenor Nascentes está agora na Associação Brasileira dos Bibliófilos.

Carta Régia recebida pelo 1º Capitão Mór, Martins Soares Moreno, do Rei Felipe II, em 1619, completa 400 anos neste 
2019.

Com relação as Comemorações dos 400 anos, em foco,
a Associação Brasileira de Bibliófilos fará importante Registro e participará da programação.

Academia Cearense de Cultura e Arte - AC.CA. que, desde 2005 atua com desenvoltura, também dará a sua colaboração ao evento.

Fortaleza - A Capital Brasileira do Artesanato, precisando dos préstimos da limpeza pública. A Avenida Duque de Caxias está mergulhada na sujeira.

VENDA DE BEBIDA NOS ESTÁDIOS - jamais!



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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

SOAMARCE - Informativo 006/2019


EUA OFERECEM FRAGATAS CLASSE OLIVER HAZARD PERRY PARA O MINISTÉRIO DA DEFESA DO BRASIL 
Fragata Oliver Hazard Perry
Fontes jornalísticas especializadas afirmam que, no final do ano passado, foi enviada pelos Estados Unidos da América, correspondência ao 
Ministério da Defesa do Brasil, com uma relação de materiais militares usados, considerados “excedentes” das Forças Armadas dos Estados Unidos e disponíveis para aquisição via Foreign Military Sales (FMS), a preços facilitados, para nações consideradas “amigas” dos EUA e, em alguns casos, até por doação, como por exemplo, para o México e Taiwan. Havendo interesse pelo equipamento disponibilizado, a principal exigência é que, em caso de modernização, os serviços devem ser executados por empresas americanas e em território americano. Além de itens que poderiam interessar ao Exército e à Aeronáutica, estão na reserva naval e disponíveis para a venda, 10 fragatas da classe Oliver Hazard Perry. Segundo estimativa da Marinha dos Estados Unidos, cada fragata OHP plenamente reativada com todos os sistemas de combate 
funcionando custaria US$ 432  milhões por 10 anos de operação. 
A Oliver Hazard Perry é uma classe de fragatas de mísseis guiados, também conhecida como a classe Perry, OHP ou FFG-7. Essa classe de navios de guerra foi projetada nos Estados Unidos em meados da década de 1970 como navios de escolta de emprego geral, sendo baratos o suficiente para serem comprados em grandes quantidades pela Marinha dos Estados Unidos, para substituir os contratorpedeiros remanescentes da Segunda Guerra Mundial e complementar as fragatas da classe Knox. O navio pode operar com dois helicópteros Sea Hawk (SH-16 na MB) que não podem pousar nos atuais escoltas brasileiros. Possui lançadores de mísseis Mk.13 que podem ser modificados para disparar mísseis antiaéreos SM-2 Standard, garantindo uma defesa antiaérea de área à Esquadra Brasileira por um bom tempo; e tem propulsão com turbinas GE LM2500, usadas nas corvetas classe Inhaúma e na corveta Barroso. 
Considerando a necessidade da rápida renovação da frota de escoltas da Marinha do Brasil, em virtude do envelhecimento de corvetas e fragatas ora em serviço; as fragatas classe Perry poderiam ser incorporadas por um baixo custo (sem os sistemas de combate), podendo realizar missões de presença e patrulha naval sem a necessidade de reativação de todos os sistemas de armas. Tais sistemas poderiam ser reativados posteriormente, quando houvesse situação orçamentária mais favorável. Esses navios poderiam suprir as necessidades mais urgentes da Esquadra até a chegada das novas corvetas classe Tamandaré. 
Fonte: Poder Naval e Assuntos Militares 
ROYAL NAVY PODERÁ DISPONIBILIZAR PARA VENDA, MEIOS NAVAIS QUE DARÃO BAIXA DE SEU INVENTÁRIO 
RFA WAVE RULLER
A tendendo a ajustes em seu orçamento operacional militar, o Ministério da Defesa britânico, a Royal Navy e a Royal Fleet Auxiliary-RFA, poderão disponibilizar alguns meios navais que serão descomissionados a  partir do segundo semestre deste  ano. Um dos navios que poderão 
ser disponibilizados está o Navio Reabastecedor e de Apoio Logístico RFA Wave Ruler (A390), “um navio de 196,5 m de comprimento e 31.500 toneladas de deslocamento, com cerca de 16 anos de uso, próprio para o aprovisionamento de forças-tarefa empenhadas em travessias de longo alcance”. Anteriormente, a Marinha do Brasil havia demonstrado interesse nessa embarcação para a substituição de navios de apoio obsoletos e com a vida útil esgotada. 
Os cortes dos meios navais na Frota Real são decorrentes de altas despesas que estão sendo planejadas e executadas devido à prontificação, entre outros, do segundo navio-aeródromo da classe Queen Elizabeth, à incorporação de aeronaves F-35B, dos submarinos de mísseis balísticos, de três submarinos de ataque classe Astute, de 13 fragatas dos Tipos 26 e 31, e dos dois novos navios-doca que, na década de 2030, entrarão no lugar dos 
LPDs Classe Albion.                                                        Fonte: Poder Naval  
ESCOLA DE APRENDIZES-MARINHEIROS DO CEARÁ ENCERRA O PERÍODO DE ADAPTAÇÃO DA TURMA LIMA/2019                                                                            
A Escola de AprendizesMarinheiros do Ceará, por meio de seu comandante, o Capitão de Fragata Alexandre Pereira da Silva, informa que foi concluído o período de Adaptação da 
Turma/Lima 2019, realizado de 08 a 20 de janeiro de 2019. A nova turma conta com um efetivo de 299 candidatos, aos cuidados dos  instrutores e professores do corpo  docente da EAMCE. Neste período, os alunos passaram por treinamentos navais, tais como ordem unida, onde aprenderam alguns comandos, quando em deslocamento ou formaturas; aprenderam hinos; receberam orientações e informações sobre a vida militar, assistiram palestras no auditório, com temáticas ligadas ao ensino, saúde, ética e postura militar, entre outras. “Paradões” militares e competições esportivas também fizeram parte do cronograma de atividades da adaptação da nova turma.           Fonte: EAMCE