UTILIDADE PUBLICA
segunda-feira, 4 de outubro de 2021
UTILIDADE PUBLICA FORTALEZA (CE) - 04 DE OUTUBRO DE 2021
COLUNA DO VICENTE ALENCAR Edição 2265 Segunda-feira, 04 de Setembro de 2021.
AMARANTE, no Piauí.
O Economiário Januário Maia, Conde de Iguatu em Fortaleza, Itaécio Pereira, Médico Veterinário, amigos da Cultura estarão presentes.
HINOS
HINO NACIONAL BRASILEIRO
Letra: Joaquim Osório Duque Estrada
Música: Francisco Manuel da Silva
Parte I
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
Parte II
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra, mais garrida,
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores."
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
- "Paz no futuro e glória no passado."
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
Hino do Estado do Ceará-Letra
Letra: THOMAZ POMPEU LOPES FERREIRA
Música: ALBERTO NEPOMUCENO
Terra do sol, do amor, terra da luz!
Soa o clarim que a tua glória conta!
Terra, o teu nome, a fama aos céus remonta
Em clarão que seduz!
- Nome que brilha, esplêndido luzeiro
Nos fulvos braços de ouro do cruzeiro!
Mudem-se em flor as pedras dos caminhos!
Chuvas de prata rolem das estrelas...
E, despertando, deslumbrada ao vê-las,
Ressoe a voz dos ninhos...
Há de aflorar, nas rosas e nos cravos
Rubros, o sangue ardente dos escravos!
Seja o teu verbo a voz do coração,
- Verbo de paz e amor, do Sul ao Norte!
Ruja teu peito em luta contra a morte,
Acordando a amplidão.
Peito que deu alívio a quem sofria
E foi o sol iluminando o dia!
Tua jangada afoita enfune o pano!
Vento feliz conduza a vela ousada;
Que importa que teu barco seja um nada,
Na vastidão do oceano,
Se, à proa, vão heróis e marinheiros
E vão, no peito, corações guerreiros?!
Sim, nós te amamos, em ventura e mágoas!
Porque esse chão que embebe a água dos rios
Há de florar em messes, nos estios
Em bosques, pelas águas!
Selvas e rios, serras e florestas
Brotem do solo em rumorosas festas!
Abra-se ao vento o teu pendão natal,
Sobre as revoltas águas dos teus mares!
E, desfraldando, diga aos céus e aos ares
A vitória imortal!
Que foi de sangue, em guerras leais e francas,
E foi, na paz, da cor das hóstias brancas!
Hino do município de Fortaleza
Letra por Gustavo Barroso
Melodia por Antônio Gondim
Junto à sombra dos muros do forte
A pequena semente nasceu.
Em redor, para a glória do Norte,
A cidade sorrindo cresceu.
No esplendor da manhã cristalina,
Tens as bênções dos céus que são teus
E das ondas que o sol ilumina
As jangadas te dizem adeus.
Fortaleza! Fortaleza!
Irmã do Sol e do mar,
Fortaleza! Fortaleza!
Sempre havemos de te amar
O emplumado e virente coqueiro
Da alva luz do luar colhe a flor
A Iracema lembrando o guerreiro,
De sua alma de virgem senhor.
Canta o mar nas areias ardentes
Dos teus bravos eternas canções:
Jangadeiros, caboclos valentes,
Dos escravos partindo os grilhões.
Fortaleza! Fortaleza!
Irmã do Sol e do mar,
Fortaleza! Fortaleza!
Sempre havemos de te amar
Ao calor do teu sol ofuscante,
Os meninos se tornam viris,
A velhice se mostra pujante,
As mulheres formosas, gentis.
Nesta terra de luz e de vida
De estiagem por vezes hostil,
Pela Mãe de Jesus protegida,
Fortaleza és a Flor do Brasil.
Fortaleza! Fortaleza!
Irmã do Sol e do mar,
Fortaleza! Fortaleza!
Sempre havemos de te amar
Onde quer que teus filhos estejam,
Na pobreza ou riqueza sem par,
Com amor e saudade desejam
Ao teu seio o mais breve voltar.
Porque o verde do mar que retrata
O teu clima de eterno verão
E o luar nas areias de prata
Não se apagam no seu coração.
Fortaleza! Fortaleza!
Irmã do Sol e do mar,
Fortaleza! Fortaleza!
Sempre havemos de te amar
HINO DO ESTUDANTE CEARENSE
Letra: Filgueiras Lima
Música: Sílva Novo
I - CORO
Ideal grandioso e puro,
Ilumina o nosso afã
pelo Ceará do futuro
pelo Brasil de amanhã.
II
È chegado o momento da luta,
Mocidade vibrante e viril,
Este brado de angústia se escuta;
vinde, jovens, salvar o Brasil.
III
Pelejemos em prol da instrução,
Estudantes, patriotas em flor,
na batalha em que o livro é clarão,
quem mais sabe será vencedor.
IV
Antes os mares revoltos e fortes,
sob os céus estrelados e azuis
marcharão nossas rijas coortes,
aureoladas de glória e de luz.
RÁDIO GUARANI DE FORTALEZA
RÁDIO GUARANI DE FORTALEZA
Pela Internet não há distância que nos separe.
sexta-feira, 1 de outubro de 2021
A DEFESA INTRANSIGENTE DO BEM - Fortaleza, 22/9/21. Rui Martinho Rodrigues.
A DEFESA INTRANSIGENTE DO BEM
A observação histórica mostra grandes
torpezas praticadas em nome dos valores mais elevados. Vários fatores
contribuem para tanto. Um deles é a cegueira e a incomunicabilidade dos
paradigmas (Thomas S. Kuhn, 1922 – 1996); ou ao obstáculo epistemológico
constituído pelo conhecimento prévio (Gaston Bachelard, 1884 – 1962). Kuhn
demonstra que o conjunto de pressupostos e métodos pelos quais as informações
são processadas impedem a compreensão do que é estranho ao referido conjunto.
Bachelard percebeu que o conhecimento considerado válido gera convicção,
certeza e resistência para com informações contrárias.
Kuhn ressaltou: a comunidade científica
nunca aceitou revoluções científicas, apesar de bem fundamentadas. Max K. E. L.
Planck (1858 – 1947) teria dito que a Física só avança quando morre uma geração
de físicos. A barreira cognitiva e a visão da diferença como torpeza se
relacionam. Daí até o combate violento ao que supostamente é uma ignomínia é
apenas um passo. Os meios intelectuais e até os círculos das chamadas ciência duras
são vulneráveis à convicção e intolerantes. Louis Pasteur (1822 – 1895) foi
considerado louco por contrariar a teoria dos miasmas, embora apresentasse
robustas evidências da teoria microbiana. Sigmond S. Freud (1856 – 1939) foi
expulso do Conselho de Medicina de Viena.
A convicção acerca do que seja virtude e
vício leva à pratica da violência porque percebe as razões do outro como
ignorância ou má-fé. A primeira reação pode ser no sentido de conscientizar ou
catequizar o alienado, ignorante ou preconceituoso. O passo seguinte, quando o
alienado resiste, é excluir, intimidar ou desqualificar (queimar na “fogueira”).
John Locke (1632 – 1704), nas “Cartas sobre a tolerância” adverte: a que
convicção ignora a falibilidade humana. Atribui apenas ao outro a possibilidade
de erro. O reconhecimento da própria falibilidade é um antídoto contra a
intolerância.
Mas não só a incomunicabilidade estimula
a intolerância. Outro fator poderoso é a ética teleológica, que justifica os
meios em nome dos fins. Uma teoria clássica do Direito Penal ressalta a ação
finalista do agente, circunscrevendo o dolo aos objetivos do sujeito da ação. O
desejo de fazer o mal tipifica o dolo. O propósito de fazer o bem, ainda que
cause algum dano, substitui o dolo pela culpa em sentido estrito. Fazer o mal
em nome do bem, nada obstante, não se confunde com negligência, imprudência ou
imperícia, que são os elementos da culpa. Ainda que pensando defender os
valores mais elevados, sem os fatores constitutivos da culpa o que temos crime doloso.
A presunção de superioridade moral e
intelectual, suposto fundamento de defesa do bem, não se confunde com pureza.
Nem é apenas um obstáculo epistemológico. Arrogância e subterfúgio para defender
interesses inconfessáveis e paixões pouco republicanas podem se ocultar sob os
“mais elevados fins”. O artifício é antigo. Paulo já advertia contra a
capacidade de enganar, do mal com aparência do bem: “não é de admirar, pois o
próprio Satanás se transforma em anjo de luz (II Carta aos coríntios, 11; 14).
A exibição de virtudes pode ser um gesto de quem se sente sujo. Bandidos
praticam violência contra autores de certos crimes. A violência contra os que
comentem alguns erros pode ser uma tentativa de afirmar virtudes inexistentes. A
polarização da sociedade tem algo de exaltação de torcida de futebol, da
incomunicabilidade dos paradigmas, do desejo de aparentar virtude e de
artifício enganador.
Fortaleza, 22/9/21.
Rui Martinho Rodrigues.
HINOS
HINO NACIONAL BRASILEIRO
Letra: Joaquim Osório Duque Estrada
Música: Francisco Manuel da Silva
Parte I
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
Parte II
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra, mais garrida,
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores."
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
- "Paz no futuro e glória no passado."
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
Hino do Estado do Ceará-Letra
Letra: THOMAZ POMPEU LOPES FERREIRA
Música: ALBERTO NEPOMUCENO
Terra do sol, do amor, terra da luz!
Soa o clarim que a tua glória conta!
Terra, o teu nome, a fama aos céus remonta
Em clarão que seduz!
- Nome que brilha, esplêndido luzeiro
Nos fulvos braços de ouro do cruzeiro!
Mudem-se em flor as pedras dos caminhos!
Chuvas de prata rolem das estrelas...
E, despertando, deslumbrada ao vê-las,
Ressoe a voz dos ninhos...
Há de aflorar, nas rosas e nos cravos
Rubros, o sangue ardente dos escravos!
Seja o teu verbo a voz do coração,
- Verbo de paz e amor, do Sul ao Norte!
Ruja teu peito em luta contra a morte,
Acordando a amplidão.
Peito que deu alívio a quem sofria
E foi o sol iluminando o dia!
Tua jangada afoita enfune o pano!
Vento feliz conduza a vela ousada;
Que importa que teu barco seja um nada,
Na vastidão do oceano,
Se, à proa, vão heróis e marinheiros
E vão, no peito, corações guerreiros?!
Sim, nós te amamos, em ventura e mágoas!
Porque esse chão que embebe a água dos rios
Há de florar em messes, nos estios
Em bosques, pelas águas!
Selvas e rios, serras e florestas
Brotem do solo em rumorosas festas!
Abra-se ao vento o teu pendão natal,
Sobre as revoltas águas dos teus mares!
E, desfraldando, diga aos céus e aos ares
A vitória imortal!
Que foi de sangue, em guerras leais e francas,
E foi, na paz, da cor das hóstias brancas!
Hino do município de Fortaleza
Letra por Gustavo Barroso
Melodia por Antônio Gondim
Junto à sombra dos muros do forte
A pequena semente nasceu.
Em redor, para a glória do Norte,
A cidade sorrindo cresceu.
No esplendor da manhã cristalina,
Tens as bênções dos céus que são teus
E das ondas que o sol ilumina
As jangadas te dizem adeus.
Fortaleza! Fortaleza!
Irmã do Sol e do mar,
Fortaleza! Fortaleza!
Sempre havemos de te amar
O emplumado e virente coqueiro
Da alva luz do luar colhe a flor
A Iracema lembrando o guerreiro,
De sua alma de virgem senhor.
Canta o mar nas areias ardentes
Dos teus bravos eternas canções:
Jangadeiros, caboclos valentes,
Dos escravos partindo os grilhões.
Fortaleza! Fortaleza!
Irmã do Sol e do mar,
Fortaleza! Fortaleza!
Sempre havemos de te amar
Ao calor do teu sol ofuscante,
Os meninos se tornam viris,
A velhice se mostra pujante,
As mulheres formosas, gentis.
Nesta terra de luz e de vida
De estiagem por vezes hostil,
Pela Mãe de Jesus protegida,
Fortaleza és a Flor do Brasil.
Fortaleza! Fortaleza!
Irmã do Sol e do mar,
Fortaleza! Fortaleza!
Sempre havemos de te amar
Onde quer que teus filhos estejam,
Na pobreza ou riqueza sem par,
Com amor e saudade desejam
Ao teu seio o mais breve voltar.
Porque o verde do mar que retrata
O teu clima de eterno verão
E o luar nas areias de prata
Não se apagam no seu coração.
Fortaleza! Fortaleza!
Irmã do Sol e do mar,
Fortaleza! Fortaleza!
Sempre havemos de te amar
HINO DO ESTUDANTE CEARENSE
Letra: Filgueiras Lima
Música: Sílva Novo
I - CORO
Ideal grandioso e puro,
Ilumina o nosso afã
pelo Ceará do futuro
pelo Brasil de amanhã.
II
È chegado o momento da luta,
Mocidade vibrante e viril,
Este brado de angústia se escuta;
vinde, jovens, salvar o Brasil.
III
Pelejemos em prol da instrução,
Estudantes, patriotas em flor,
na batalha em que o livro é clarão,
quem mais sabe será vencedor.
IV
Antes os mares revoltos e fortes,
sob os céus estrelados e azuis
marcharão nossas rijas coortes,
aureoladas de glória e de luz.
RÁDIO GUARANI DE FORTALEZA
RÁDIO GUARANI DE FORTALEZA
Pela Internet não há distância que nos separe.

