Na Hipocrisia do mundo você se descobre,
e, se encontra, quando vive um grande amor
Vicente Alencar

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

IMPRENSA MARRON PREJUDICA FUNCIONÁRIOS E CLIENTES DO BB

Depois do anuncio feito de que o Banco do Brasil
fecharia 433 agencias e demitiria, afastaria, tiraria do seu quadro de funcionários mais de 18 mil pessoas
o assunto caiu em esquecimento.

Os assuntos da Lava Jato, a morte de 19 jogadores e 21 homens de IMPRENSA (não marrom) na Colombia, tiraram o FOCO da informação.

O pessoal do Banco do Brasil esatá comendo o pão que o diabo amassou, e a IMPRENSA masrron não permite sair uma noticia.

Vamos ficar mesmo sem 433 agenicas e tirando 18 mil pessoas do Banco?

Ninguém responde. Os 513 deputados não estão "nem aí" para o problema. A Bancada do Ceará perdeu a voz! 

Incompetentes só pensam em sí!

Alguns donos de Jornais todos com o RABO PRESO com o Governo e os Bancos querem mesmo é lascAR os bancários, que por sua vez, com medo e apavorados nada dizem.

O Presidente da República (que homem fraco e sem personalidade) é um brinquedo infantil nas mãos do Bradesco e do Itau que não respeitam nem o Banco Central. 

A ordem é acabar aos poucos com o Banco do Brasil.

Ninguem diz nada sobre este assunto!


O Banco do Brasil está no Bar Peixe Frito como dizia o Audifax Rios. Tá lascado, se vocês não reagirem, cambada de incompetentes!

Os clientes, outros bananas, nada reclamam.

(a) Jovino Nunes de Alencar, 87, ainda lúcido e vivo!

O SUICÍDIO DE UM PARLAMENTO

Percival Puggina - O suicídio de um parlamento.
O SUICÍDIO DE UM PARLAMENTO:
Na madrugada desta quarta-feira, 30 de novembro, o parlamento brasileiro suicidou-se moralmente num acesso de fúria contra tudo e contra todos. Do alto de suas gravatas, deputados federais urravam ódio nos microfones. Eles odiavam seus colegas probos, indignavam-se, numa indignação despida de dignidade, ante bons exemplos. E aplaudiam comparsas. Condutas íntegras faziam explodir sentimentos primitivos. Nada, porém, trazia mais espuma à boca e sangue aos olhos do que a atividade de policiais, promotores e magistrados. Tais funções, um dia, poderiam apontar crimes e sinalizar o rugoso caminho da cadeia.
          Que país é esse - pensava o Parlamento suicida - onde não mais se pode roubar em paz? Como obter mandato para servir ao povo em nobre atividade sem tomar dinheiro desse mesmo povo? Que mal atacou nossa gente, outrora dócil e tolerante, para levá-la às praças clamar contra meus negócios? De onde saiu essa corruptofobia? Tudo isso pensava e contra tudo isso vociferava o Parlamento enquanto o elevador da arrogância ascendia ao topo das torres gêmeas. E, dali, a queda livre até o solo.
          Não se diga que o finado ainda emite sinais vitais. Com efeito, coração bate, pulmões respiram, aparelho digestivo digere. Mas está morto. Morto como um peso morto. É um traste, esse suicida moral. Nós assistimos tudo! Como não atestar, então, seu óbito? O Antagonista resume assim, no rescaldo da madrugada:
· crime de responsabilidade para juízes e procuradores,
· prisão por desrespeito às prerrogativas dos advogados,
· criminosos não terão de devolver a fortuna acumulada com propinas,
· tempo de prescrição continuará com réu foragido,
· partidos não poderão ser punidos pelo roubo.
          Estas medidas, que favorecem a Frente Parlamentar da Corrupção, ou Orcrim, no relato de O Antagonista, foram aprovadas pelos partidos com estas proporções:
· PCdoB 100% pró-ORCRIM.
· PT: 98% pró-ORCRIM.
· PRB: 95% pró-ORCRIM.
· PDT: 87,5% pró-ORCRIM.
· PR: 83% pró-ORCRIM.
· PMDB: 82% pró-ORCRIM.
· PP: 81% pró-ORCRIM.
· DEM: 71% pró-ORCRIM.
· PSD: 61% pró-ORCRIM.
· PSB: 57% pró-ORCRIM.
· PSDB: 24% pró-ORCRIM.


          Domingo, dia 4 de dezembro, estaremos nas avenidas e praças do Brasil como testemunhas do que aconteceu e protagonistas dos princípios e valores que em algum momento, ali adiante, haverão de prevalecer. Há que cumprir o dever moral da persistência! Covardes e inúteis seremos se jogarmos a tolha ante cadáveres morais


sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

O covarde - Gonzaga Mota / Professor aposentado da UFC

O covarde
Era uma bela tarde de domingo na cidade de Rosal, próxima à capital do Estado de São Paulo. Época de férias. Pedro, rapaz elegante, estudante de administração na USP, bem de vida resolveu visitar sua namorada Helena, em Rosal. Encontraram-se na praça da matriz, e  com ela foi visitar os pais da moça. Foi bem recebido pelo genitor, o rico fazendeiro Antônio. Conversaram bastante e já no final Pedro propôs casamento. “Seu” Antônio tomou um susto, ponderou que a filha tinha apenas 16 anos e estava se preparando para fazer o vestibular de medicina. Pedro, temperamental, não gostou. Retirou-se para o hotel. A jovem chorou pela mal sucedida reunião e à noite, sem que ninguém percebesse, foi ao encontro de Pedro. Tiveram momentos de amor no hotel das orquídeas e bem cedo foram no carro do rapaz para a capital paulista, dispostos a contraírem núpcias. A família de Helena logo percebeu e o pai, de forma constrangida, autorizou o casamento. Durou pouco, aliás apenas 60 dias. Pedro logo mostrou seu frágil e perverso caráter. Além de bater covardemente na moça grávida, não permitia que ela procurasse um curso pré-vestibular. A alternativa era pedir ajuda ao pai. Este ao saber da situação, deslocou-se até à capital do Estado para  buscar a filha. Ao chegar foi recebido de forma grosseira e agredido fisicamente pelo psicopata Pedro. Sua intenção era assassinar “Seu Antônio”, mas a bala disparada do revólver ricocheteou e atingiu mortalmente o malvado e irresponsável Pedro. Helena, levando um filho no ventre, retornou para casa paterna, visando reconstruir a vida. Infelizmente, às vezes, a vida é assim.
Gonzaga Mota
Professor aposentado da UFC

LEIA E PRESTIGIE OS AUTORES BRASILEIROS


quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

FORTALEZA AFLITA - 01 - 12 - 2016



(a) Jovino Nunes de Alencar, 87. 
Aposentado, 
critico de Governos inoperantes como os nossos.


LIXO E BURACOS SÃO ATRAÇÕES TURISTICAS EM FORTALEZA.



1 - Rua Torres Câmara (Aldeota)  em  frente ao número 314 - belo buraco.

2 - Rua Dr. José Lourenço (Aldeota) em frente ao número 1414 - Jangurussu III.


3 - Rua Alfredo Severo (Aldeota) extraordiunário campo de LIXO, 24 horas.


4 - Avenida Rui Barbosa (Aldeota) em frente aos números 1300 a 1346
campo de lixo, paraiso de ratos, muriçocas, dengue, zika e outros colegas.


5 - Avenida Duque de Caxias (centro) em frente a agencia do Banco do Brasil da Praça do Carmo - pedras soltas no "piso português". muita gente já se "destabacou" no chão em quedas. Alô Prefeito onde anda você Beto Bicicleta.

6 - rua dr. josé Lourenço (Aldeota) cruzamento com a Rua Frei Bernardino - lixo, muito lixo, um lixo só!

Para quem apelar?

II SEMINÁRIO INTERNACIONAL ENCONTRO DAS AMÉRICAS

O RIO GRANDE DO NORTE SERÁ PALCO DE INTEGRAÇÃO INTERAMERICANA ao realizar o 
II SEMINÁRIO INTERNACIONAL ENCONTRO DAS AMÉRICAS – Literatura, Arte e Cultura em Terras Potiguares nas cidades de Natal e Mossoró, no período de 30 de novembro a 7 de dezembro de 2016 (30 de novembro a 2 de dezembro em Natal e 3 a 7 de dezembro de 2016, em Mossoró.
A ideia do evento é da União Brasileira de Escritores  RJ – UBE RJ que, integrada ao Jornal sem Fronteiras - RJ, Faculdades, Universidades, Academias de Letras e Entidades Culturais Afins do RN tem, como objetivo, propiciar um diálogo interativo, literário e artístico, mediante a integração e intercâmbio de escritores e poetas do Nordeste com todas as demais regiões brasileiras e países das Américas, ao tempo em que fomentará debates sobre temas culturais e da realidade contemporânea.
A programação do evento bastante rica e diversificada, contempla  palestras, debatesoficinas, rodas de poesias e cordéis (temática: regional, política e folclore), exposição de pinturas, foto-poemas, apresentações teatrais, visita ao Museu do Sertão em Mossoró, lançamentos literários, sarausintegrando as diferentes artes: Teatro, Música, Dança, Literatura, Artes plásticas e Visuais, na busca de parcerias e inter­locução interinstitucional e de contribuir para o enriquecimento cultural deste continente.
A abertura oficial em Natal, será na Academia Norte-rio-grandense de Letras, dia 1º de dezembro de 2016 às 8h da manhã. Seguindo, no dia 2 de dezembro, na Pinacoteca do Estado, às 14h. Essa dinâmica programação, realizada, cada dia em um local diferente, prossegue em Mossoró, dia 3 de dezembro, iniciando na TV a Cabo Mossoró às 16h. Seguindo, dia 5 de dezembro, na Faculdade Diocesana de Mossoró – FDM às 14h; dia 6 de dezembro no MUSEU DO SERTÃO – Fazenda Rancho Verde e encerra as atividades do evento, na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN, no auditório da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais – FAFIC, a partir das 14h.

ATENÇÃO - INSCRIÇÃO E CREDENCIAMENTO 
serão feitos nos locais do evento, de forma gratuita, mas aceita-se a doação de um 1kg de alimento não perecível para às instituições de caridade locais. 
Os participantes receberão certificado de participação.
                               
                               Maria Conceição Maciel Filgueiras  
                                   Coordenadora Geral do II SEIA

Pelos Bares da vida - edição 440

Está no ar a edição desta semana do Pelos Bares da vida, seu jornaleco etílico favorito. 
Inteiramente grátis, a edição 440, da semana passada que saiu com atraso.
Vejam interessante matéria sobre absinto, os ovos de codorna da Embaixada e muita curtição.
Para ler acessem os links e bom divertimento. 
 
Altino Farias

A PÓS-VERDADE - Rui Martinho Rodrigues

A PÓS-VERDADE

Andam falando em pós-verdade como um fenômeno recente e de natureza popular, de gente simples, situada abaixo dos “esclarecidos”. Mas o relativismo cognitivo, como o axiológico, não é recente nem de origem popular, é coisa de intelectual. Seus primeiros mestres foram os sofistas, integrantes da fina flor da intelectualidade grega. Contemporaneamente os pós-estruturalistas e filósofos da linguagem em geral são os arautos do relativismo cognitivo e axiológico. A impostura intelectual não em invocar a física quântica e a relativista para fundamentar o relativismo cognitivo extremado, a exemplo do homem que falava javanês, da nossa literatura.
Subitamente a negação da verdade trocou de nome: passou a ser pós-verdade. Foi renegada pelos seus relativistas mais ardorosos. Deixou de ser “do bem”, virou “do mal” e passou de expressão da sabedoria a sinônimo de ignorância.
A mudança abrupta coincide com o Brexit, a eleição, o surgimento de uma tendência contraia à globalização, à União Europeia, impulsionada pelo nacionalismo e pelo protecionismo e a eleição do Trump.
O protecionismo descende do mercantilismo, praticado do século XV ao XVIII, tendo ganho respaldo doutrinário no século XVII. O mercantilismo industrial francês, ou colbertismo, do ministro Jean-Baptiste Colbert, de Luís XIV, era protecionista e estimulava as exportações em busca de saldos comerciais positivos, com base na intervenção do Estado absolutista na economia. A vertente espanhola visava a acumulação de metais preciosos. Os britânicos buscavam no livre comércio o caminho para o crescimento econômico.
A globalização tem parentesco com o livre comércio do mercantilismo inglês. O protecionismo oposto ao globalismo tem alguma semelhança com o colbertismo, invocando o Estado intervencionista. Os “esclarecidos” eram críticos acerbos da globalização, eram nacionalistas, protecionistas e adeptos do Estado dirigente. Quem se opunha a estas teses tinha que ser “do mal” ou um idiota manipulado pela “grande mídia”. Semearam vento e estão colhendo tempestade.
Eis que de repente os “esclarecidos” condenam o nacionalismo, defendem a União Europeia e a globalização, repudiam o protecionismo alfandegário; se colocam do mesmo lado da “grande mídia” e do “famigerado grande capital”; e até abandonam o relativismo cognitivo execrando a “pós-verdade”. Herdeiros dos sofistas, só reconhecem conveniência e retórica convincente, aludida como “narrativa”, os que paradoxalmente se apresentavam ao mesmo tempo como “esclarecidos” e como relativistas extremados, agora defendem dogmaticamente a globalização, combatem o nacionalismo e repudiam o protecionismo invocado pelos críticos do globalismo. Tudo sem nenhum rubor na face. É a prevalência de alguns interesses sobre a razão, em ambos os lados, em ambos os momentos.
Caiu, todavia, o argumento de que os “alienados” fossem levados pela “grande mídia”. Esta colocou-se do outro lado dos resultados das votações surpreendentes na Inglaterra e EUA.
Duro é reconhecer que a globalização beneficiou mais as massas dos países periféricos do que as dos países centrais. Os “esclarecidos” não confessam, nem diante da forca, que o próprio discurso nunca foi verdadeiro, mas instrumento de conquista do poder.
Fortaleza, 28 de novembro de 2016

Rui Martinho Rodrigues 

LEIA E PRESTIGIE OS AUTORES BRASILEIROS


titulos de autores - poesias - artigos etc


                        VICENTE ALENCAR
                     (Da Academia Cearense 
                   de Literatura e Jornalismo).


                                JORGE TUFIC
                       (Da Academia de Letras e
                       Artes do nordeste-ALANE).

                           
                                 MOREIRA LOPES (DEDÉ)
                        (Da União Brasileira de Trovadores
                                 Secção de Fortaleza).


                                      ZENAIDE MARÇAL
                            (Da Associação de Jornalistas
                          e Escritoras do Brasil - AJEB-CE).


                                       ZINAH ALEXANDRINO
                            (Da Associação de Jornalistas 
                          e Escritoras do Brasil - AJEB-CE).


                                      ANA PAULA MEDEIROS
                                      (Da Academia Cearense
                                        da Língua Portuguesa).

                      
                                         JANUÁRIO BEZERRA
                                  (Do Movimento Cultural Terça
                                        Feira em Prosa e Verso).


                                        NEIDE AZEVEDO LOPES
                                         (Da Academia Cearense 
                                           da Língua Portuguesa).