Na Hipocrisia do mundo você se descobre,
e, se encontra, quando vive um grande amor
Vicente Alencar

sábado, 26 de maio de 2012

OBRA SOBRE RELIGIÃO

O escritor e professor Jeovah Mendes não é somente isso. É muito mais. Historiador de respeito, admito até que seja a sua melhor qualidade como intelectoual. Assim sendo, discutindo, polêmico e envolvente, Jeovah Mendes nos trouxe, em estilho todo pessoal o seu livro "30 Papas que Envergonham a Humanidade". Um tema que é visto e revisto por católicos e não católicos. Vale a pena ler a obra.

FAMÍLIA, RAZÃO PRIMEIRA

O escritor e empresário João Soares Neto, que dirige com todo o acerto a Sociedade Consular do Ceará, é um homem que gosta de contar~historias. E elas se tornam muito mais agradáveis quando são passadas para o papel, virando a alegria de uma prosa bem escrita. É assim que vemos FAMILIA, RAZÃO PRIMEIRA. Não é preciso comentar a respeito, para não tirar o gostinho do que foi escrito. Levando o selo da Academia Fortalezense de Letras, onde ele foi presidente, o livro conta até "Historinhas de Carnaval". Vale a pena e muito.

ARAGENS DO ENTARDECER

Aos poetas é permitido quase tudo. Neste livro, Aragens do Entardecer, a escritora Francinete Azevedo, que compôs as Abas (orelha) da obra de João de Deus Pereira da Silva, abre um parágrafo, mostrando que é assim mesmo. Diz ela: "João de Deus, um proegido dos céus, como o próprio nome sugere, um missionário a serviço do amor,cultor da simplicidade a respeito do amor". Adianta, ainda, que na sua obra ele realça um estilo elegante, de caractarísticas marcantes. Vamos então, acompanhar de perto, ler o que nos sugere "Aragens do Entardecer", editado em 2003, pela RBS Editora, num volume que reúne prosa e poesia.

SOU O BEIJO, ABRACE-ME!!!

Partindo de um fato verídico e consumado, que deu lugar a muitas críticas e foi parar na área policial, o cearense Roberto Ribeiro, depois de muita pesquisa e a colaboração de amigos, reuniu tudo, numa só obra só, em livro, que intiutulou "Sou O Beijo, Abrace-me!!!". Assim refererindo-se a um fato bastante comentado, na cidade de Fortaleza, ele partiu para descrever tudo aquilo que é possível, em relação ao ato de beijar. Da midinha popular, passando pelo delito, pela cultura, enfim, por tudo de bom ou ruim que ele pode provocar. Um apanhado, dentro da História, que merece ser lido.

O BRA DE GRANDE VALOR

Uma das obras de grnade prestígio, em nosso Estado, é o Dicionário Bio-bibliográfico Cearense, do Dr. Guilherme Studart (Barão de Studart), editado pelo Instituto do Ceará, no distante ano de 1915. Vemos aqui o "fac-simile" do volume terceiro, produzido pela Typografia Minerva, de Assis Bezerra, Rua Major Facundo, 111-113, em Fortaleza - Ceará. Esse tomo pode ser acompanhado entre as Letras "P" de Paulistano a "Z" de Zózimo.

CANTOS DE FUGA E ACORAGEM

O poeta Linheres Filho, professor de Literatura Portuguesa, na Universidade Federal do Ceará, editou Cantos de Fuga e Ancoragem, com algumas de suas mais belas criações. E enriqueceu o volume, fazendo homenagem à Inês de Castro, o centenariano Drumond, João Ribeiro Ramos, Mário Quintana, Francisco Carvalho e Antonio Martins Filho, entre outros. Escritos que tocam ao coração, como seu "Ao Poema", onde ele reela: "Quero-te, Poema, misterioso e grave, traindo ser o fruto de uma sina". Edição impressa de 2007.

O LADO OBSCURO DO AMOR

Pereira de Albuquerque é um nome respeitado no Ceará. Seus livros mostram uma desenvoltura grandiosa, seja em prosa ou verso. Neste "O Lado Obscuro do Amor" é visto de uma maneira brilhante, pelo seu colega Januário Bezerra, que assim escreveu À respeito da obra: "Neste romance psicológico, Pereira de Albuquerque vem consagrar a vocação do prosador. A obra mostra quão dorida pode ser uma decisão sob a perspectiva de toda uma existência, em circunstâncias que envolvem dinheiro, prestígio e afetividade".

PALIMPSESTO DE VIRGÍLIO MAIA

Ao poeta tudo é permitido. A licença poetica não pode ser pequena, pode ser alargada também. Virgílio Maia é um desses poetas, do ceará, que tem passos firmes na caminhada. E nos mostra um pouco do muito, no seu livro Palipsesto & Outros Sonetos. Em "eros" e "não pise na grama" nos leva em viagem, bem acompanhados. Vale a pena, pois, passear dentro desta obra, publicada em 2004, pela Impresnsa Universitária.

ESTÁTUA DE ALENCAR

Na Praça que leva o seu nome, no centro de nossa Capital, o escritor José de alencar recebeu, em 1989, por ocasião do seu centenário de nascimento, as homenagens de todos os cearenses, quando alí foi inaugurada sua estátua. uma iniciativa do Jornalista Gilberto Câmara, um dos fundadores da ACI (Associação Cearense de Imprensa), que liderou grande campanha popular, para conseguir fundos para a construção da obra que, ao final, foi completada com os seu próprios recursos. Hoje, a Praça José de Alencar carece de muitas melhorias, pois, além de todos os desmandos, populares não respeitam o logradouro, alí cometendo as maiores barbaridades. José de Alencar nasceu em Messejana, distrito de Fortaleza, em 01 de maio de 1829, e morreu no Rio de Janeiro em 12 de dezembro de 1917. É, também, homenageado com uma Praça, que leva o seu nome, no bairro do Catete na cidade onde foi sepultado.

domingo, 1 de abril de 2012

2014

Celina Côrte Pinheiro
(Presidente da SOBRAMES-CE)

2014 é o ANO! Tudo irá acontecer. Ruas, shoppings e avenidas serão abertos, muitos edifícios ficarão prontos e haverá emprego em áreas diversificadas. A cidade se prepara para receber quem vem de fora. É justo! Quem é que não quer mostrar a casa arrumada para uma visita? Contudo, há que se correr atrás do prejuízo transformando pessoas despreparadas em exímios profissionais.

Noite de sexta-feira. Peguei um táxi, desses com timbre da Prefeitura. "Ondi é qui a senhora qué i?" Respondi que desejava ir ao Teatro José de Alencar. "Xiiii, não sei onde é não..." Estranhei e perguntei se ela falava sério. “É... Num sei mesmo, não. A senhora sabe? Se pudé ensiná é bom". Ensinei passo a passo até chegarmos ao Teatro. A moça realmente não conhecia o caminho. "O que você faria se eu não soubesse orientá-la?"- perguntei e ela respondeu que lançaria mão do GPS que, naquele momento, era eu. Tenho minhas dúvidas se ela saberia utilizar o outro.

Já na Av. Duque de Caxias, a taxista diz: "Aqui é tão pirigoso... De vez em quando matam um taxista... Outro dia mataro um colega e arrancaro os zolhos dele... Dissero que é pra fazê trabaio de macumba... Morro de medo!" Encolhi-me no banco traseiro, mas resolvi dizer algo para mudar o rumo da conversa. "Acho que foi queima de arquivo! E o assassino não queria sua imagem impressa na retina da vítima...". Penso que ela não entendeu minha frase soturna e preferiu se calar. Melhor não poderia ser...

Quando desci em frente ao Teatro, paguei e recebi o troco, arredondado a favor dela. A motorista olhou-me e exclamou: "Nossa, como a senhora tá bacana!" Sorri, agradeci e entrei no Teatro, preocupada com a falta de profissionalismo... Haverá tempo para preparar tudo até 2014, sobretudo pessoas?