
No distante ano de 1965 e lá se vão 46 anos, o Jornalista e escritor Ciro Colares lançava pela Editora do Autor Nordestino - esforço de uma turma apaixonada pela cultura - o livro O HOMEM DO CRAVO AMARELO. E ganhava do jornalista Luciano Diógenes, colunista do CORREIO DO CEARÁ o seguinte comentário: "Quem escreve como Ciro Colares só pode ser muito feliz porque ele sabe fazer felicidade no coração dos outros". O HOMEM DO CRAVO AMARELO merece uma reedição. Quem se habilita? Qual Secretaria de Cultura que lhe estenderá os braços?
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