Na Hipocrisia do mundo você se descobre,
e, se encontra, quando vive um grande amor
Vicente Alencar

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

FORTALEZA AFLITA 22 de janeiro de 2015.



Aqui Jovino Nunes de Alencar, aposentado, 84 anos, para o Blog do Vicente Alencar.
Atenção Vicente, tem um "colega" seu de rádio dizendo assim:

- Falano quando deveria pronunciar FALANDO. (ele engole o D).

- Rezistro (quando o certo é REGISTRO com G. Ele troca o G pelo Z).

- Eis Secretara (quando o certo seria Ex-Secretária).

- POLIÇA quando deveria dizer POLÍCIA.

- AMEAÇANO quando deveria falar AMEAÇANDO (para onde vai o D).

Como é que pode? 

VICENTE ALENCAR EDIÇÃO Nº 772 QUINTA-FEIRA, 22 DE JANEIRO DE 2015

VICENTE ALENCAR
EDIÇÃO Nº 772
QUINTA-FEIRA, 22 DE JANEIRO DE 2015
FORTALEZA - CEARÁ
NORDESTE DO BRASIL
AMÉRICA DO SUL


PREJUDICADA
A propaganda enganosa em rádio, tv, jornal e nas colunas especializadas não faz andar o projeto para envolver o povo, a população a comprar mais bicicletas, sob a mentirosa afirmativa que o trafego da Cidade será desafogado. Por exemplo: quem mora, trabalha, estuda ou tem qualquer atividade na RUA CARLOS VASCONCELOS está prejudicado. Viva a administração!

CEM ANOS
Estamos comemorando 100 anos neste 2015
da seca de 1915. O tema foi explorado por Rachel de Queiroz em livro sensacional.

PLANOS DE SAÚDE
A cada 10 anos que você supera sua idade, ou seja, tem 50, faz 60, tem 60 faz 70, aumenta e muito o custo sob o preço ou seja a prestação mensal dos Planos de Saúde existentes no Brasil.

PIORANDO
E a situação piora a cada dia. O SUS - Sistema Único de Saúde quebrou. Aqui no Brasil, não foi em outro lugar não, foi aqui no Brasil.

HIENA
O Quincas está sendo chamado de Hiena.
Bem feito.

A GENTE
O Ministro da Fazenda, do Brasil, Sr. Levy falando em um minuto e 10 segundos a IMPRENSA pronunciou 12 vezes a expressão A GENTE. 

O IDOSO NÃO PODE ESPERAR 
Uma campanha pela prioridade prioridade processual para o IDOSO, com apoio da Comissão do Idoso, da OAB-CE e, também, dos amigos do SESC. Por sinal, no SESC, a voluntaria e grande colaboradora Oneida Pinheiro é uma das pessoas mais entusiasmadas com esta campanha, fazendo, sempre, a sua divulgação, corrente a qual nos incorporamos.

FACULDADE COM TANTAS ENGENHARIAS
A Faculdade Maurício de Nassau está, em Fortaleza, ocupando as dependências que pertenceram no Colégio das Irmas Dorotéias, em Fortaleza, na junção das Avenidas Visconde do Rio Branco e Aguanambi, no bairro de Joaquim Távora, e está apresentando aos futuros acadêmicos nada menos que cinco novos cursos de Engenharia.

FACULDADE - 2.
Os novos cursos de Engenharia na Faculdade Maurício de Nassau são os seguintes: Mecânica, Elétrica, Química, Produção e Telecomunicações.

FACULDADE - 3.
Os alunos que terminaram o Segundo Grau estão de posse dos seus certificados, podem agendar o seu Vestibular naquela Faculdade, através da Internet. Para isso, devem utilizar o site www.mauriciodenassau.edu.br

FACULDADE - 4
Para fazer o exame vestibular, o aluno faz o seguinte:  escolhe o curso, entre os cinco citados, utiliza o saite (site) e marca a data da prova. A partir de hoje, ele poderá fazer a marcação a qualquer hora. Os exames serão realizados até as 18 horas, do próximo dia 10 de fevereiro. Portanto, você pode agendar, marcar a sua PROVA nos dias úteis, até aquele dia, utilizando o saite (site) que divulgamos acima.

ALMECE
O presidente Lima Freitas e o Vice-Presidente Vicente Alencar divulgarão, na primeira reunião do ano, da ALMECE, o calendário de atividades para 2015.

REUNIÃO DA UBT
A União Brasileira de Trovadores - UBT Fortaleza, reunir-se-á  no primeiro sábado de fevereiro, dia 7, às 10 horas da manhã, na Academia Cearense de Letras. Todos os seus membros estão sendo convidados pela Diretoria, para se fazerem presentes ao evento. Cada sócio efetivo da UBT pode levar um ou mais convidados, para participarem da reunião. Traje esporte, sem ser permitida a entrada de pessoas com Bermuda.

ELENCO MEDÍOCRE
O Fortaleza Esporte Clube ontem à noite foi derrotado pelo ICASA por 2 a 0 no Estádio Romeirão, em Juazeiro do Norte. Com um elenco medíocre o Fortaleza poderá sofrer muito no atual campeonato cearense. 

Espera-se que as contratações de Dudu Cearense e Lúcio Maranhão melhorem a condição técnica do time. O Fortaleza no momento tem 36 contratados mas com grande dificuldade para escolher 11 nomes.

CAMPEONATO RURAL
O Campeonato Cearense deste ano é predominante a força rural, a força do interior. 

Senão vejamos:

Chave A:
Somente o Fortaleza, da Capital.
São interioranos:
ICASA.
QUIXADÁ.
HORIZONTE.
SAO BENEDITO.

Chave B:
Somente o Ceará, da Capital.
São interioranos:
Guarany (Sobral).
Guarani (Juazeiro do Norte).
Maranguape.
Itapipoca.

EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTE
Em face do relato esta noite da partida entre Ceará e Guarani, de Juazeiro, no Estádio Presidente Vargas, com a equipe campeã de audiência da RADIO ASSUNÇÃO CEARENSE AM 620, não realizaremos o PROGRAMA VICENTE ALENCAR - EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTE das 22 às 23 horas. Amanhã, sexta-feira, retornará normalmente ao ar.

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Das 10 às 12 horas.
Local: Academia Cearense de Letras.
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Centro - Fortaleza - Ceará.
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Para lavar a alma..

Para lavar a alma..
 
LADRÃO, CORRUPTO, BANDIDO, CÍNICO.
MEUS CUMPRIMENTOS À ESTE NOBRE ADVOGADO MARCELO AMARAL COLPAERT MARCOCHI PELO TEXTO
 Um texto para lavar a alma.
Prezado Deputado Federal Zeca Dirceu.     O Senhor publicou a foto que ilustra este meu post em sua página pública ontem, em comemoração ao fato que que seu pai - o criminoso José Dirceu que se encontra no centro da imagem - enfim retornou para casa, a  efeito de cumprir prisão domiciliar.     Eu normalmente não faria qualquer comentário á sua família; a uma porque é para mim uma instituição sagrada, e a duas, porque na maior parte das vezes a família não tem culpa do pai criminoso que tem.     Como não me parece nem uma, nem outra hipótese, vou falar sem pedir escusas, fazendo uso do meu direito de cidadão de dizer minha opinião (enquanto tenho esse direito constitucional), livremente.     Sabe Deputado, eu faço parte da parcela da sociedade que hoje é chamada de
Prezado Deputado Federal Zeca Dirceu.

O Senhor publicou a foto que ilustra este meu post em sua página pública ontem, em comemoração ao fato que que seu pai - o criminoso José Dirceu que se encontra no centro da imagem - enfim retornou para casa, a efeito de cumprir prisão domiciliar.

Eu normalmente não faria qualquer comentário á sua família; a uma porque é para mim uma instituição sagrada, e a duas, porque na maior parte das vezes a família não tem culpa do pai criminoso que tem.
Como não me parece nem uma, nem outra hipótese, vou falar sem pedir escusas, fazendo uso do meu direito de cidadão de dizer minha opinião (enquanto tenho esse direito constitucional), livremente.

Sabe Deputado, eu faço parte da parcela da sociedade que hoje é chamada de "elite branca". Quem deu esse título foi o chefe do partido dos trabalhadores, essa corja maldita, do qual o criminoso do seu pai faz parte, ao referir-se aqueles que não votam no PT.

Mas sabe, Caro Deputado, eu alcei esse título graças ao trabalho dos meus pais e ao meu. Mamãe trabalhou muito em casa, deixando seu emprego para cuidar de dois filhos de uma só vez; Papai é o irmão mais novo de quatro outros filhos, que perdeu o pai aos 14 anos e se viu obrigado a trabalhar.
Papai começou como office boy, ganhando um salário mínimo, na mesma empresa onde se aposentou como Diretor. [lembro-me de dois fatos por ele narrados: 1) que usou por meses o sapato do irmão mais velho - e portanto de número maior - que havia sido descartado por ter um furo na sola; 2) que a porta do ônibus fechou e prendeu a marmita que ele levava na mochila nas costas, e toda a comida se perdeu]
Conseguiu educar a mim, meu irmão gêmeo e meu caçula nas melhores escolas de São Paulo, pagou os estudos de todos, inclusive dos irmãos dele.
Quando eu estava prestes a terminar a Faculdade, ele perdeu tudo que construiu, de tal sorte que havia chegado a minha vez de lutar com minhas próprias forças.
Fiz duas pós-graduações e o mestrado na PUC em SP, berço do que seu pai, esse criminoso aí da foto, também chama de "elite branca", tudo, Nobre Deputado, com o dinheiro de muito trabalho.
Durante os primeiros 8 anos lecionando em cursos preparatórios para as diversas carreiras jurídicas, sequer tive férias.

Aprendi na Faculdade de Direito que todos são iguais perante a lei, e nisso acreditei fielmente. Passei no primeiro exame de ordem que prestei.
Contudo, depois de 14 anos atuando como Professor Universitário e como Advogado, não creio mais nesta falácia. E o que me faz desacreditar são fatos e fotos como essa sua.

Como vou dizer aos meus alunos que todos são iguais perante a lei, se o criminoso do seu pai já esta em casa?
Como vou explicar aos pais dos meus clientes que é difícil conseguir a liberdade provisória deles, se o criminoso do seu pai já esta em casa?

Às vezes fico com vontade de explicar que na verdade a lei não é igual para todos não!
A lei é feita na verdade para punir "os pobres, os pretos e as putas" já dizia o brocardo.

Nobre Deputado, a alegria em ver seu pai em casa certamente é única, e eu de verdade respeito seu sentimento, porque afinal de contas é o seu pai.
Mas Deputado, como figura pública que é, devo dizer que me ofendo com esta imagem.
A sua postagem ofende as pessoas que, como eu, pagam seus impostos, trabalham todos os dias, cumprem com suas obrigações e, principalmente, não possuem nenhuma passagem criminal.

Esta foto, Nobre Deputado, é um tapa na cara da sociedade, que luta para manter os valores que, sinceramente, não sei se a menina da foto um dia vai efetivamente valorizar.

Esta foto, Nobre Deputado, fomenta o sentimento de impunidade e mostra que no Brasil o crime compensa.
Seu pai desviou dinheiro público Deputado, seu pai foi condenado pela justiça, seu pai é um criminoso condenado que usou do dinheiro do trabalhador para sua própria vantagem, e nesse ponto eu fico curioso:
- O que o Sr vai ensinar para essa criança da foto quando ela perguntar a razão pela qual ela (que não é da elite branca já que sua família é petista) tem tudo na vida e outros não?; de quem o Senhor vai dizer que é a culpa?
- Ou melhor, quando ela quiser se orgulhar (pq não há mal algum em se orgulhar de ser elite qdo isso decorre de muito suor) da boa vida que tem, a quem ela vai creditar os louros da vitória?

Nobre Deputado, o Senhor como pai deveria se envergonhar do país de hoje; deste país que necessita de bolsa família, de cotas e de favores infinitos (dos quais eu sou totalmente favorável, que fique registrado).
E deveria se envergonhar porque no fundo pessoas públicas como o seu pai - há anos - desviam o dinheiro que se tivesse sido investido em educação, tornariam "os bolsas" algo dispensável, já que todos teriam a chance de crescer com suas próprias forças.

Que todos são DESIGUAIS perante a lei Deputado, eu venho descobrindo a cada dia, e a culpa é do Senhor e do criminoso do seu pai, que fala de elite branca como se fosse algo do qual devêssemos nos envergonhar.

E que fique registrado, Nobre Deputado, que eu não me trato no Sírio Libanês, não recebo o salário que seu pai recebe (até porque sou professor, sabe como é né), nem tampouco teria condições de fazer o que meu pai fez, caso hoje tivesse três filhos como ele.

Então, Nobre Deputado, guarde a comemoração para o Senhor, ou use seu perfil particular para fazê-lo, oportunidade na qual eu não teria dito nada. (A propósito, se esta mesma foto fosse tirada após ele cumprir a pena, eu teria -sinceramente - aplaudido)

Reserve seu horário comercial para trabalhar naquilo para o qual o Senhor foi eleito, e não o utilize para postar fotos em rede social.
E não comemore publicamente o fato de um criminoso estar livre...sabe como é, não pega bem, afinal, se a boa educação e o bom exemplo vem de casa, daqui a pouco vão dizer que "quem sai aos seus não os degenera"; e sua filha não tem culpa do pai que ela tem.
Quanto ao seu pai, ele deveria estar preso nas cadeias imundas que o Senhor como Deputado não faz nada para mudar; quase todos lá também estão doentes. A diferença é que estes, pobres, pretos e putos mortais, não fazem parte da verdadeira elite branca.

Passar bem!

Crônica - Minha vida - Dr. Rafael Holanda

REFLEXÃO COM O QUERIDO PRIMO, EXCELENTE NEUROCIRURGIÃO E SER HUMANO, PARAIBANO, CAJAZEIRENSE, RADICADO EM CAMPINA GRANDE
Minha vida. 
Minha vida já não soa a sonoridade do antigamente, pois minha mente fez montagem no lombo da preguiça, e minhas pernas se amoldaram a um fole. Cada passo se faz como se fosse desabar, e algo que era tão fácil de chegar se torna infinito aos olhos. Já não ando no silêncio da minha solidão porque as articulações ao rangerem entoam canções que
fogem as eventuais maneiras normais de uma música. 
A agilidade do levantar se torna um jabuti, o dormir imita insônia e frouxidão da bexiga me molha a roupa. A vida de um velho é na realidade o descer de uma escada sem corrimão onde o chão engrossa a sua textura apenas para amortecer o baque.
A dinâmica do sorriso demitiu os músculos da face e muitas das vezes a compreensão de uma história chega ao riso quando o narrador já está na quinta piada.
 É duro ser velho e o que era brilhante muitas se tornam vela apagada, o que comandava a mesa se torna anonimato, e o que era certeza se transforma em desprezo. 
A vida é espelho e os que imprimem sua arte de esquecer com certeza serão esquecidos pelos seus, e passarão pela mesma portinha da tristeza. Já vi na vida solidariedade, amor em abundância, mas pude observar sofrimento em larga escala, onde o iluminar do sol fazia escuridão na vida de tantos que passaram necessidade para alimentar alguém. 
Veja o velho com simpatia, encare as nuances da vida, os pés que se arrastam na estrada cheia de pedras e espinhos pode ser espelho de suas caminhadas. Viva uma vida de paz, cubra de amor quem necessita, pois o estreito caminho do amanhã pode se tornar parte do seu livro. 
Dr. Rafael Holanda Médico.

ANEDOTA DO ANO EM PORTUGAL

Num qualquer lugar de Portugal, um menino regressa da escola cansado por andar a pé uma grande distância. O governo subiu os preços e não há dinheiro para o passe.
 
Faminto, pergunta à mãe;
- Mãe, o que temos para comer?...
- Nada, filho!...
O menino olha para o papagaio que têm em casa e pergunta:
- Mamã, porque não comemos papagaio com arroz?...
- Não há arroz!...

ne - E papagaio no forno?...
- Não há gás!...
- E papagaio no grelhador elétrico?...
- Não há eletricidade!...
- E papagaio frito?...
- Não há azeite!...
O papagaio felicíssimo gritou:


PORRA..... VIVA O PSD!!!...
 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

VICENTE ALENCAR EDIÇÃO Nº 771. TERÇA-FEIRA, 21 JANEIRO DE 2015.

VICENTE ALENCAR
EDIÇÃO Nº 771.
TERÇA-FEIRA, 21 JANEIRO DE 2015.
FORTALEZA - CEARÁ
NORDESTE DO BRASIL
AMÉRICA DO SUL

Hoje, Dia Mundial da Religião. 
         Dia Nacional de Combate à 
         Intolerância Religiosa.

PATROCINIO DE PROGRAMA DE RÁDIO
Meus amigos o Programa Vicente Alencar - Educação, Cultura e Esporte, que eu produzo e apresento na Rádio Assunção Cearense de 22 às 23 está necessitando de patrocinadores. Quem profissionalmente desejar fazer parte do nosso programa divulgando seus produtos, sua empresa,  nos procure através de nosso e-mail: vicentealencar25@yahoo.com.br

FUTEBOL & CIA.
Um futebol profissional como o nosso aqui no Ceará, que marca uma partida de futebol para DOMINGO DE CARNAVAL às 18 horas não pode ser um futebol serio.

2
Na verdade os clubes em ação e a FEDERAÇÃO que congrega as agremiações estão PUNINDO o torcedor. Ele gosta do seu time e também brincar o Carnaval. Veja o Carnaval são três dias por ano e o futebol em 11 meses. Agora colocar futebol no Carnaval, no domingo de Carnaval não é nada, é simplesmente BURRICE.

O torcedor que é apaixonado pelo clube sacrificará o seu Carnaval em favor do jogo. É lamentável!

ATENÇÃO AMC
A Autarquia Municipal de Transito poderia enviar alguns de seus "fiscais" ou servidores até a Rua Torres Câmara, na Aldeota. As calçadas funcionam agora como garagens. Oas pedestres se quiserem caminhem pelo asfalto. É o nosso Ceará, é o nosso Brasil!

CRUZAMENTO PERIGOSO
No cruzamento da Rua João Cordeiro com Rua Pinto Madeira existe um poste com dezenas de ligações e muitos fios juntos, num verdadeiro "inferno". E observem: fica em frente a um posto de combustiveis. Quem se responsabiliza por uma observação técnica. Quem fiscaliza?

ANTENAS E ROTATIVAS - NOTICIÁRIO
Ao meio dia: Antenas e Rotativas.
Apresentação; Cid Carvalho.
Noticias Culturais; Vicente Alencar.
Rádio: CIDADE AM 860.
Horário do término do programa: 13 horas.

IDOSOS
No terminal Rodoviário Engenheiro João Tomé, os IDOSOS não são bem tratados. Faça o teste São Tomé.

Nos grandes supermercados do ENSINO em Fortaleza a mensalidade de um adolescente no ENSINO MÉDIO é superior a 1 (hum) salario minimo. Confira!

GARRINCHA
No dia 20 de janeiro de 1983, ontem, morria no Rio de Janeiro-RJ o maior ponteiro direito do mundo, o notável GARRINCHA. Foram completados 32 anos de sua morte.

ESCRITORES CEARENSES

HERCULANO VERÇOSA (Francisco de Assis Herculano Verçosa, natural de Pentecoste) escreveu, editou e ainda não fez lançamento oficial ainda. Seu último livro intitula-se Datas de Sesmarias do Vale do Curu. O livro foi editado pela LCR. Uma excelente produção.

IVONI PEREIRA escritora e professora do Ensino Superior editou ao final de 2014 o livro A FLOR-DE-NATAL, sendo editado pela PREMIUS. Crõnicas e Contos ao melhor estilo.

JOSÉ TELLES médico e escritor (da Academia Cearense de Letras) que já foi presidente da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores, editou POEMAS ESTIVAIS, em 1977. pode ser encontrado nas livrarias e nos "sebos" de Fortaleza.

WALDEMAR ALVES JUNIOR vem de publicar o livro ACENDEDOR DE POESIAS inclusive homenageando alguns nomes do nosso Estado. Também a venda na Cidade.

TEREZA PORTO foi muito feliz ao escrever e lançar no Ideal Clube o seu
livro POR TRÁS DA JANELA. Vale a pena ler o que a autora nos apresenta. Uma obra de valor.

CARLOS AUGUSTO VIANA que edita o Caderno Ler no Diário do Nordeste é o poeta de categoria que todos nós conhecemos. Seu livro CÔDEAS editado pela Fundação Edson Queiroz é um destaque.

MARUM SIMÃO professor e escritor cearense colocou na praça seu novo livro "Civilização do Couro - e a história do boi O Rabicho da Geralda". Coleção Recompondo a História.

REGINALDO VASCONCELOS (um dos baluartes da Academia Cearense de Literatura e Jornalismo e o seu mentor criativo) colocou para seus leitores há algum tempo o seu livro de Crônicas "TRAÇOS DA MEMÓRIA - LAÇOS DA PROVÍNCIA" com ilustrações de André Luiz.

MOACIR GADELHA o "decano" da Academia Cearense de Retórica vem de trazer ao público (lançado há poucos dias) seu livro 
EVOLUÇÃO INFINDA. São 78 capítulos ao melhor estilo.

FORTALEZA ABANDONADA 
Lamentavelmente a Cidade de FORTALEZA de Nossa Senhora da Assunção está abandonada. Completamente  dominada por Bandidos os piores possíveis. Fortaleza está tão desgovernada como o Brasil.

PROBLEMAS DE FORTALEZA:

- Falta Segurança Pública.
- Falta Saúde Pública (funcionamento).
- Falta Educação Pública (escolas onde estão
  elas?).
- Falta SEGURANÇA (furtos, roubos, assaltos   em todos os lugares).
- Falta água.
- Falta alimentação (caríssima - a falta de
  dinheiro é bem grande).
- Falta vergonha na CARA de muita gente.

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Av. 13 de maio, 2901 - Bairro do Benfica.
Fones: 3464.5367 e 3464-5369.
Fortaleza - Ceará.  

KIT DE SEGURANÇA da B & Q
Ao construir ou comprar sua casa, mande instalar o KIT SEGURANÇA da B & Q, contra quedas e subidas de energia. Segurança para toda sua família, com o KIT ENERGIA da B & Q. Você paga em quantas vezes puder. Ligue agora para 0800-095 67 77. Tratamento empresarial diferenciado para você e sua família!
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UBT - UNIÃO BRASILEIRA DE TROVADORES.
 Reuniões no primeiro sábado de cada mês.
Das 10 às 12 horas.
Local: Academia Cearense de Letras.
(Palácio da Luz - Rua do Rosário, 1)
Centro - Fortaleza - Ceará.
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QUEM FOI ESSE HOMEM? O perfil de Marco Acher, o "Curumin de Ipanema"

QUEM FOI ESSE HOMEM, POR QUEM A DILMA SENSIBILIZOU-SE TANTO, E "FICOU DE MAL" COM O GOVERNO DA INDONÉSIA?


O perfil de Marco Archer por um jornalista que conversou com ele 4 dias na prisão



Nos bons tempos
Nos bons tempos
O reporter Renan Antunes de Oliveira entrevistou Marco Archer em 2005, numa prisão na Indonésia. Abaixo, seu relato:
O carioca Marco Archer Cardoso Moreira viveu 17 anos em Ipanema, 25 traficando drogas pelo mundo e 11 em cadeias da Indonésia, até morrer fuzilado, aos 53, neste sábado (17), por sentença da Justiça deste país muçulmano.
Durante quatro dias de entrevista em Tangerang, em 2005, ele se abriu para mim: “Sou traficante, traficante e traficante, só traficante”.
Demonstrou até uma ponta de orgulho: “Nunca tive um emprego diferente na vida”. Contou que tomou “todo tipo de droga que existe”.
Naquela hora estava desafiante, parecia acreditar que conseguiria reverter a sentença de morte.
Marco sabia as regras do país quando foi preso no aeroporto da capital Jakarta, em 2003, com 13,4 quilos de cocaína escondidos dentro dos tubos de sua asa delta. Ele morou na ilha indonésia de Bali por 15 anos, falava bem a língua bahasa e sentiu que a parada seria dura.
Tanto sabia que fugiu do flagrante. Mas acabou recapturado 15 dias depois, quando tentava escapar para o Timor do Leste. Foi processado, condenado, se disse arrependido. Pediu clemência através de Lula, Dilma, Anistia Internacional e até do papa Francisco, sem sucesso. O fuzilamento como punição para crimes é apoiado por quase 70% do povo de lá.
Na mídia brasileira, Marco foi alternadamente apresentado como “um garoto carioca” (apesar dos 42 anos no momento da prisão), ou “instrutor de asa delta”, neste caso um hobby transformado na profissão que ele nunca exerceu.
Para Rodrigo Muxfeldt Gularte, 42, o outro brasileiro condenado por tráfico, que espera fuzilamento para fevereiro, companheiro de cela dele em Tangerang, “Marco teve uma vida que merece ser filmada”.
Rodrigo até ofereceu um roteiro sobre o amigo à cineasta curitibana Laurinha Dalcanale, exaltando: “Ele fez coisas extraordinárias, incríveis.”
O repórter pediu um exemplo: “Viajou pelo mundo todo, teve um monte de mulheres, foi nos lugares mais finos, comeu nos melhores restaurantes, tudo só no glamour, nunca usou uma arma, o cara é demais.”
Para amigos em liberdade que trabalharam para soltá-lo, o que aconteceu teria sido “apenas um erro” do qual ele estaria arrependido.
Em 2005, logo depois de receber a sentença de morte num tribunal em Jacarta
Em 2005, logo depois de receber a sentença de morte num tribunal em Jacarta
Na versão mais nobre, seria a tentativa desesperada de obter dinheiro para pagar uma conta de hospital pendurada em Cingapura – Marco estaria preocupado em não deixar o nome sujo naquele país. A conta derivou de uma longa temporada no hospital depois de um acidente de asa delta. Ter sobrevivido deu a ele, segundo os amigos, um incrível sentimento de invulnerabilidade.
Ele jamais se livrou das sequelas. Cheio de pinos nas pernas, andava com dificuldade, o que não o impediu de fugir espetacularmente no aeroporto quando os policiais descobriram cocaína em sua asa delta.
Arriscou tudo ali. Um alerta de bomba reforçara a vigilância no aeroporto. Ele chegou a pensar em largar no aeroporto a cocaína que transportava e ir embora, mas decidiu correr o risco.
Com sua ficha corrida, a campanha pela sua liberdade nunca decolou das redes sociais. A mãe dele, dona Carolina, conseguiu o apoio inicial de Fernando Gabeira, na Câmara Federal, com voto contra de Jair Bolsonaro.
O Itamaraty e a presidência se mexeram cada vez que alguma câmera de TV foi ligada, mesmo sabendo da inutilidade do esforço.
Mesmo aparentemente confiante, ele deixava transparecer que tudo seria inútil, porque falava sempre no passado, em tom resignado: “Não posso me queixar da vida que levei”.
Marco me contou que começou no tráfico ainda na adolescência, diretamente com os cartéis colombianos, levando coca de Medellín para o Rio de Janeiro. Adulto, era um dos capos de Bali, onde conquistou fama de um sujeito carismático e bem humorado.
A paradisíaca Bali é um dos principais mercados de cocaína do mundo graças a turistas ocidentais ricos que vão lá em busca de uma vida hedonista: praias deslumbrantes, droga fácil, farta — e cara.
O quilo da coca nos países produtores, como Peru e Bolívia, custa 1 000 dólares. No Brasil, cerca de 5 000. Em Bali, a mesma coca é negociada a preços que variam entre 20 000 e 90 000 dólares, dependendo da oferta. Numa temporada de escassez, por conta da prisão de vários traficantes, o quilo chegou a 300 000 dólares.
Por ser um dos destinos prediletos de surfistas e praticantes de asa delta, e pela possibilidade de lucros fabulosos, Bali atrai traficantes como Marco. Eles se passam por pessoas em busca de grandes ondas, e costumam carregar o contrabando no interior das pranchas de surf e das asas deltas. Archer foi pego assim. Tinha à mão, sempre que desembarcava nos aeroportos, um álbum de fotos que o mostrava voando, o que de fato fazia.
O homem preso por narcotráfico passou a maior parte da entrevista comigo chapado. O consumo de drogas em Tangerang era uma banalidade.
Pirado, Marco fazia planos mirabolantes – como encomendar de um amigo carioca uma nova asa, para quando saísse da cadeia.
Nos momentos de consciência, mostrava que estava focado na grande batalha: “Vou fazer de tudo para sair vivo desta”.
Marco era um traficante tarimbado: “Nunca fiz nada na vida, exceto viver do tráfico.” Gabava-se de não ter servido ao Exército, nem pagar imposto de renda. Nunca teve talão de cheques e ironizava da única vez numa urna: “Minha mãe me pediu para votar no Fernando Collor”.
A cocaína que ele levava na asa tinha sido comprada em Iquitos, no Peru, por 8 mil dólares o quilo, bancada por um traficante norte-americano, com quem dividiria os lucros se a operação tivesse dado certo: a cotação da época da mercadoria em Bali era de 3,5 milhões de dólares.
Marco me contou, às gargalhadas, sua “épica jornada” com a asa cheia de drogas pelos rios da Amazônia, misturado com inocentes turistas americanos. “Nenhum suspeitou”. Enfim chegou a Manaus, de onde embarcou para Jakarta: “Sair do Brasil foi moleza, nossa fiscalização era uma piada”.
O momento em que ele recebeu a confirmação da data do fuzilamento
O momento em que ele recebeu, nesta semana, a confirmação da data do fuzilamento
Na chegada, com certeza ele viu no aeroporto indonésio um enorme cartaz avisando: “Hukuman berta bagi pembana narkotik’’, a política nacional de punir severamente o narcotráfico.
“Ora, em todo lugar do mundo existem leis para serem quebradas”, me disse, mostrando sua peculiar maneira de ver as coisas: “Se eu fosse respeitar leis nunca teria vivido o que vivi”.
Ele desafiou o repórter: “Você não faria a mesma coisa pelos 3,5 milhões de dólares”?
Para ele, o dinheiro valia o risco: “A venda em Bali iria me deixar bem de vida para sempre” – na ocasião, ele não falou em contas hospitalares penduradas.
Marco parecia exagerar no número de vezes que cruzou fronteiras pelo mundo como mula de drogas: “Fiz mais de mil gols”. Com o dinheiro fácil manteve apartamentos em Bali, Hawai e Holanda, sempre abertos aos amigos: “Nunca me perguntaram de onde vinha o dinheiro pras nossas baladas”.
Marco guardava na cadeia uma pasta preta com fotos de lindas mulheres, carrões e dos apartamentos luxuosos, que seriam aqueles onde ele supostamente teria vivido no auge da carreira de traficante.
Num de seus giros pelo mundo ele fez um cursinho de chef na Suíça, o que foi de utilidade em Tangerang. Às vezes, cozinhava para o comandante da cadeia, em troca de regalias.
Eu o vi servindo salmão, arroz à piemontesa e leite achocolatado com castanhas para sobremesa. O fornecedor dos alimentos era Dênis, um ex-preso tornado amigão, que trazia os suprimentos fresquinhos do supermercado Hypermart.
Marco queria contar como era esta vida “fantástica” e se preparou para botar um diário na internet. Queria contratar um videomaker para acompanhar seus dias. Negociava exclusividade na cobertura jornalística, queria escrever um livro com sua experiência – o que mais tarde aconteceu, pela pena de um jornalista de São Paulo. Um amigo prepara um documentário em vídeo para eternizá-lo.
Foi um dos personagens de destaque de um bestseller da jornalista australiana Kathryn Bonella sobre a vida glamurosa dos traficantes em Bali — orgias, modelos ávidas por festas e drogas depois de sessões de fotos, mansões cinematográficas.
Diplomatas se mexeram nos bastidores para tentar comprar uma saída honrosa para Marco. Usaram desde a ajuda brasileira às vítimas do tsunami até oferta de incremento no comércio, sem sucesso. Os indonésios fecharam o balcão de negócios.
As execuções são assim
As execuções são assim
O assessor internacional de Dilma, Marco Aurélio Garcia, disse que o fuzilamento deixa “uma sombra” nas relações bilaterais, mas na lateral deles o pessoal não tá nem aí.
A mãe dele, dona Carolina, funcionária pública estadual no Rio, se empenhou enquanto deu para livrar o ‘garotão’ da enrascada, até morrer de câncer, em 2010.
As visitas dela em Tangerang eram uma festa para o staff da prisão, pra quem dava dinheiro e presentes, na tentativa de aliviar a barra para o filhão.
Com este empurrão da mamãe Marco reinou em Tangerang, nos primeiros anos – até ser transferido para outras cadeias, à espera da execução.
Eu o vi sendo atendido por presos pobres que lhe serviam de garçons, pedicures, faxineiros. Sua cela tinha TV, vídeo, som, ventilador, bonsais e, melhor ainda, portas abertas para um jardim onde ele mantinha peixes num laguinho. Quando ia lá, dona Carola dormia na cama do filho.
Marco bebia cerveja geladinha fornecida por chefões locais que estavam noutro pavilhão. Namorava uma bonita presa conhecida por Dragão de Komodo. Como ela vinha da ala feminina, os dois usavam a sala do comandante para se encontrar.
A namorada
A namorada
A malandragem carioca ajudou enquanto ele teve dinheiro. Ele fazia sua parte esbanjando bom humor. Por todos os relatos de diplomatas, familiares e jornalistas que o viram na cadeia de tempos em tempos, Marco, apelidado Curumim em Ipanema, sempre se mostrou para cima. E mantinha a forma malhando muito.
Para ele, a balada era permanente. Nos últimos anos teve várias mordomias, como celular e até acesso à internet, onde postou algumas cenas.
Um clip dele circulou nos últimos dias – sempre sereno, dizendo-se arrependido, pedindo a segunda chance: “Acho que não mereço ser fuzilado”.
Marco chegou ao último dia de vida com boa aparência, pelo menos conforme as imagens exibidas no Jornal Hoje, da Globo. Mas tinha perdido quase todos os dentes em sua temporada na prisão, como relatou a jornalista e escritora australiana. No Facebook, ela disse guardar boas recordações de Archer, e criticou a “barbárie” do fuzilamento.
Numa gravação por telefone, ele ainda dava conselhos aos mais jovens, avisando que drogas só podem levar à morte ou à prisão.
Sua voz estava firme, parecia esperar um milagre, mesmo faltando apenas 120 minutos pra enfrentar o pelotão de fuzilamento – a se confirmar, deixou esta vida com o bom humor intacto, resignado.
Sabe-se que ele pediu uma garrafa de uísque Chivas Regal na última refeição e que uma tia teria lhe levado um pote de doce-de-leite.
O arrependimento manifestado nas últimas horas pode ser o reflexo de 11 anos encarcerado. Afinal, as pessoas mudam. Ou pode ter sido encenação. Só ele poderia responder.
Para mim, o homem só disse que estava arrependido de uma única coisa: de ter embalado mal a droga, permitindo a descoberta pela polícia no aeroporto.
“Tava tudo pronto pra ser a viagem da minha vida”, começou, ao relatar seu infortúnio.
Foi assim: no desembarque em Jakarta, meteu o equipamento no raio x. A asa dele tinha cinco tubos, três de alumínio e dois de carbono. Este é mais rijo e impermeável aos raios: “Meu mundo caiu por causa de um guardinha desgraçado”, reclamou.
“O cara perguntou ‘por que a foto do tubo saía preta’? Eu respondi que era da natureza do carbono. Aí ele puxou um canivete, bateu no alumínio, fez tim tim, bateu no carbono, fez tom tom”.
O som revelou que o tubo estava carregado, encerrando a bem-sucedida carreira de 25 anos no narcotráfico.
Marco ainda conseguiu dar um drible nos guardas. Enquanto eles buscavam as ferramentas, ele se esgueirou para fora do aeroporto, pegou um prosaico táxi e sumiu. Depois de 15 dias pulando de ilha em ilha no arquipélago indonésio passou sua última noite em liberdade num barraco de pescador, em Lombok, a poucas braçadas de mar da liberdade.
Acordou cercado por vários policiais, de armas apontadas. Suplicou em bahasa que tivessem misericórdia dele.
No sábado, enfrentou pela última vez a mesma polícia, mas desta vez o pessoal estava cumprindo ordens de atirar para matar.
Foi o fim do Curumim.
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